terça-feira, 29 de dezembro de 2020

PRIMEIRA MANIFESTAÇÃO SOCIALISTA NO BRASIL - 1893

                

PRIMEIRA MANIFESTAÇÃO SOCIALISTA NO BRASIL

Foi no final do século XIX, que encontramos, talvez, a primeira manifestação socialista no Brasil.

A Proclamação da República, em 1889, não significou transformações estruturais efetivas nas condições de vida da população. Ou seja, os problemas sociais presentes nos tempos de monarquia permaneceram durante os primeiros anos da República

O fim da escravidão significou o surgimento de uma população numerosa sem trabalho ou moradia e a concentração de terras permanecia na mão de uma minoria.

Fome: O desemprego da época e os baixos rendimentos das famílias deixavam muitos sem ter o que comer.

Falta de apoio político: Os governantes e políticos da região não se importavam com as necessidades das populações carentes.

Desemprego: Grande parte da população pobre estava desempregada em função da seca e da falta de oportunidades em outras áreas da economia.

É neste momento histórico que surge o líder Antônio Vicente Mendes Maciel, conhecido como Antônio Conselheiro.


Antônio Conselheiro e seus seguidores ergueram a cidade de Belo Monte, conhecida como Canudos, que acabou se transformando em um refúgio das pessoas desprotegidas.

Canudos se transformou em uma comunidade onde não haviam diferenças sociais. Além disso, os rebanhos e as lavouras pertenciam a todos, usufruíam de forma comunitária dos bens produzidos. Esse modelo sócio-econômico acabou se transformando no principal atrativo para milhares de sertanejos. Havia uma caixa-comum para sustentar os doentes e o fruto do trabalho era dividido entre todos.

Antônio Conselheiro, por sua vez, defendia o fim da cobrança dos impostos. Ele afirmava ter sido mensageiro de Deus para liderar o movimento contra as diferenças e injustiças sociais. Era também um crítico do sistema republicano, na forma como funcionava no período.

Defendia que os homens deveriam se livrar das opressões e injustiças que lhes eram impostas, buscando superar os problemas de acordo com os valores religiosos cristãos. Com palavras de fé e justiça, Conselheiro atraiu muitos sertanejos que se identificavam com a mensagem por ele proferida.

Desde o início, autoridades eclesiásticas e setores dominantes da população viam na renovação social e religiosa de Antônio Conselheiro uma ameaça à ordem estabelecida.

Consolidando uma comunidade não sujeita ao mando dos representantes do poder vigente, Canudos, nome dado à comunidade por seus opositores, se tornou uma ameaça ao interesse dos poderosos. De um lado, também eram vistos como ameaça pela Igreja Católica. A Igreja atacava a comunidade alegando que os seguidores de Conselheiro eram apegados à heresia e à depravação. Por outro, os políticos e senhores de terra, com o uso dos meios de comunicação da época, diziam que Antônio Conselheiro era monarquista e liderava um movimento que almejava derrubar o governo republicano, instalado em 1889.

O governo da Bahia, com o apoio de latifundiários, não concordava com o fato de os habitantes de Canudos não pagarem impostos e viverem sem seguir as leis estabelecidas. Afirmavam também que Antônio Conselheiro defendia a volta da Monarquia, que havia sido substituída pela República em 1889.

Por esses motivos Belo Monte foi invadida pelas tropas Republicanas, a população apta para o combate (homens e rapazes) foi massacrada. A comunidade se reduziu a algumas centenas de mulheres, idosos e crianças. Antonio Conselheiro, com a saúde fragilizada, morreu dias antes do último combate. Ao encontrarem seu corpo, deceparam sua cabeça e a enviaram para que estudassem as características do crânio de um “louco fanático”.

E assim foi, mais uma investida das autoridades dominantes contra os seus opositores.

 

 


 

 

 

UM IDEAL SOCIALISTA PROGRESSISTA

 

UM IDEAL SOCIALISTA PROGRESSISTA

Em todas as épocas históricas a sociedade foi marcada pela luta de classes, sendo essa relação caracterizada pelo antagonismo entre uma classe opressora e uma oprimida. No sistema capitalista, essas classes são representadas, respectivamente, pelos proprietários privados do capital, e portanto os donos dos meios de produção, e do outro lado por uma massa de assalariados sem posses, que dispõe apenas de sua força de trabalho.

O socialismo propõe o fim da divisão de classes e a abolição da exploração do trabalho.

No sistema socialista, o Estado e o governo se mantêm no controle da vida social, todos os setores econômicos passam a ser controlados e dirigidos pelo Estado, que determina os preços, os salários e a regulação do mercado como um todo.

Igualitarismo socialista progressista está relacionado à solução dos problemas sociais. A redução das desigualdades, a garantia dos direitos das minorias, a favor do progresso, das transformações políticas ou de reformas sociais. Que se simpatiza com o pensamento socialista e defende o fim da economia capitalista egocentrista.

Ao sobrepor o egocentrismo à coletividade, o capitalismo nos remete à meritocracia, isto é, o conceito de que cada um possui o que merece. Deste ponto de vista defendemos que todos merecem uma vida socialmente justa, que se pague bem pela força de trabalho, por mérito, pois é dela que depende os donos de produção. Todos merecem dignidade social, melhores condições de vida, com salários mais justo.

Na prática, os últimos quatro governos do país, representaram o que podemos chamar de governo progressista, em seu significado estritamente social.

Dito de outra forma foram governos que promoveram uma série de avanços em questões como distribuição de renda e acesso a bens e serviços básicos. Programas como a Bolsa Família, o Minha Casa Minha Vida e, até mesmo, a ênfase em programas educacionais.

A desigualdade na distribuição da renda são efeitos da globalização e do  neoliberalismo que não resolve os graves problemas sociais do país.

Há uma perene controvérsia entre progressistas e conservadores sobre as virtudes e defeitos da sociedade igualitária. Essa controvérsia parte do motivo que leva ao anátema de uns aos outros reside talvez na principal causa, a compreensão dos traços básicos da sociedade igualitária.

Neste tipo de sociedade, os ricos não serão tão ricos, tampouco os pobres serão indigentes. Isto não é ruim para ninguém, pois renda muito desigual implica níveis de consumo também bastante diferentes entre os diversos segmentos da população, criando sérias porosidades na vida societária. E aí começam os problemas da desigualdade, pois a nivelação aproximada nos níveis de consumo per capita de uma sociedade, é que lhe dá a força eletromagnética que conduz a paz e a prosperidade.

A igualdade e equidade constituem valores essenciais para a construção de políticas públicas voltadas para a promoção da justiça social e da solidariedade.

Equidade e igualdade são substantivos que compõem, necessariamente, projetos de sociedade de matizes humanistas.

O combate à situação de pobreza, mediante a promoção da equidade na distribuição na renda e nos benefícios sociais, entre os quais se destacam a saúde e a educação; a busca da eficiência na condução das políticas públicas, mediante o incremento da competência operacional dos agentes, cuja medida de qualidade seria a relação econômica de custo-benefício, em nível individual, institucional e social; a busca da modernização administrativa dos diferentes setores sociais e econômicos por meio de políticas descentralizastes, que ensejem maior autonomia da comunidade na condução dos serviços sociais.

A adoção de políticas de igualdade e de equidade é o caminho para fazer prevalecer, em sentido axiológico, o espírito dos valores mais caros da humanidade e, também, para melhorar a vida em sociedade em todos os campos, a despeito das barreiras e óbices próprios do capitalismo para a efetivação de políticas igualitárias. As desigualdades são as reais fontes dos demais problemas na sociedade.

O Estado pode lançar mão, inclusive, da progressividade tributária, de modo a arrecadar mais de quem ganha mais e distribuir para os que mais necessitam. Em suma, não faltam para o Estado os instrumentos de intervenção social e de mensuração das desigualdades.

Um projeto de sociedade em que a igualdade e a equidade são soluções para variadas questões sociais e em que os bens públicos são preservados e promovidos, de maneira que os seres humanos sejam elevados aos mais altos patamares de convivência para se alcançar a liberdade, a fraternidade e a igualdade. Enfim, não basta descobrir o "nível" da desigualdade, é necessário que os atores sociais, principalmente o Estado como um meta-ator promovam em todos os campos sociais os mais caros valores e sentimentos construídos historicamente pela humanidade, em especial, a igualdade social.

É o poder popular que autoriza mudanças e é o poder popular que é democrático.

 


segunda-feira, 28 de dezembro de 2020

JESUS NÃO MORREU PELOS “NOSSOS PECADOS” E SIM POR ENFRENTAR O SISTEMA.

 


                                                   Jesus de Nazaré, o zelota, Rei dos Judeus

Interpretado como líder zelota, inserir Jesus de Nazaré em qualquer movimento político-revolucionário da época é uma tarefa difícil, mas o que pode ser afirmado a partir do prisma historiográfico é que Jesus de Nazaré foi um homem político-revolucionário, que seu ministério ocorreu por motivos político-ideológicos e que ele foi morto por sua ousadia. Aslan (2009) afirma que Jesus integrou o movimento zelota durante seu ministério e que sua história aconteceu da forma que é conhecida por que ele fez parte deste movimento. Os zelotes eram os homens judeus que zelavam pelo nome de Yahweh, uma “célula revolucionária” dos fariseus, partidários do movimento político judaico que tinha como premissa a ideia de que o povo hebreu deveria rebelar-se contra ocupação romana na Judeia lutando, se possível, armado. Mesmo depois da morte do Nazareno, o movimento zelota não caiu em desuso. Muito pelo contrário, estes movimentos insurretos levaram, por exemplo, à Primeira Guerra Judaico-Romana iniciada em 66 d.C., mesmo ano da morte de Paulo.

Imaginar a ação de Jesus de Nazaré, o homem revolucionário zelota infeliz com a ocupação romana, ansioso pela efetivação do Reino de Deus e associá-lo à uma imagem de líder espiritual carismático, pacífico e terno é completamente dubitável. Não há possibilidade de pensar em um líder revolucionário que lutou pelas vias da diplomacia neste contexto, mesmo que o ministério de Jesus fosse aparentemente pacífico. As qualidades humanas e os sofrimentos humanos de Jesus desempenham um papel singularmente reduzido na apologética deste período (DODDS, 1965, p. 136) e o que é importante para a compreensão do líder revolucionário não leva em conta o líder religioso e legitimador da grandeza da crença. A concepção de Jesus como líder zelota é fundamentada, por exemplo, pelas descrições contidas no Novo Testamento, a partir de falas aparentemente xenofóbicas ou nacionalistas e de promoção de violência. Jesus integrou parte de um movimento que a autoridade romana, relativamente simpática às lideranças judaicas, não pôde ignorar: Jesus era um zelota. Quando Jesus de Nazaré viveu existiam quatro partidos na região da Palestina: os fariseus, os saduceus, os essênios e os zelotas. Os essênios viviam marginalizados no território de jurisdição romana e esperavam que um dia o Império Romano caísse em ruínas. Os fariseus também seguiam essa linha de pensamento, mas ora ou outra pareciam aderir ao modelo romano de governo a fim de manter as boas aparências na relação com o poder imperial. Os saduceus esperavam pelo messias que iria salvar a Palestina do jugo romano, e enquanto isso não acontecia, participavam do governo romano na região. Os zelotas eram a força de oposição ao jugo romano e sua origem explica a ideologia nacionalista dos seus partidários. Para os zelotas, a Palestina não era de Roma. A Palestina era do Deus de Israel e dos judeus.

Jesus de Nazaré, um entre milhares de simples judeus, atravessou a Galileia realizando supostos milagres, convidando pessoas a se tornarem seus seguidores para consolidar o que ele chamava de “Reino de Deus”. Jesus de Nazaré lançou um movimento tão nocivo à ordem imperial que foi perseguido, capturado, zombado, torturado e morto como criminoso de Estado. A autoridade imperial romana não poderia ignorar este homem tão notável e perigoso à manutenção do poder imperial, mesmo que fosse impensável enfrentar a força policial romana sozinho. A violência do conflito entre o movimento de Jesus e Roma tinha como fundamento a premissa de que as relações de poder estabelecidas não deveriam ser modificadas. Jesus de Nazaré resistiu à relação de poder fundamentada pela legitimidade do César, e partindo do pressuposto de pensar na resistência política levando em conta o que está contido nos textos do Novo Testamento, a investigação historiográfica e sociológica sobre o contexto messiânico em que ele estava inserido, o Nazareno foi vencido, enfim, por uma relação de poder inexoravelmente sólida que não sofreria nenhum tipo de alteração pela ação de qualquer grupo e qualquer homem até o surgimento do Nazareno como líder político-revolucionário: Jesus de Nazaré foi morto por motivos político-ideológicos.

https://www.brasildefato.com.br/2018/03/31/artigo-or-jesus-nao-morreu-pelos-nossos-pecados-e-sim-por-enfrentar-o-sistema/

 

sábado, 26 de dezembro de 2020

ONDE É GASTO O DINHEIRO DA ARRECADAÇÃO NO BRASIL?

 


O Brasil tem o segundo Congresso Nacional mais caro do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos, segundo dados da União Interparlamentar, organização internacional que estuda os legislativos de diferentes países. 

Os Estados Unidos possuem uma população maior que a brasileira, de 325 milhões, mas um Congresso menor, com 535 integrantes. 

"Os Estados Unidos é o único exemplo que você vai encontrar de tamanho populacional maior que o Brasil e menos deputados", destaca o professor de ciência política da Universidade Federal de Minas Gerais Carlos Ranulfo, coordenador do Centro de Estudos Legislativos. 

A arrecadação de impostos, de 01/01/2020 até o Dia 26/12/2020 até às 14:00 horas.


 

 O CUSTO COM OS PARLAMENTARES NO BRASIL É MUITO CARO.

NO IMAGEM ABAIXO VEMOS A ARRECADAÇÃO DE JANEIRO/ 2020 ATÉ O DIA 19/12/2020.

DEMONSTRAMOS AS DESPESAS COM OS PARLAMENTARES EM 2018.

 

No Brasil poderia haver uma diminuição do número de Parlamentares e com isso diminuir as despesas com os gastos públicos.

Em setembro deste ano, 2020, a Itália reduz o número de parlamentares.


Publicado nesse site: https://jornalggn.com.br/politica/em-2-meses-bolsonaro-gasta-r-2-milhoes-com-cartao-corporativo-em-segredo/
 

Bolsonaro gasta mais que Dilma e Temer no cartão corporativo da Presidência
Em recente discurso, presidente citou iniciativas que ele diz ter tomado para evitar gastos excessivos do dinheiro público e para dar exemplo.
 

https://www.redebrasilatual.com.br/politica/2020/05/bolsonaro-gasto-carao-corporativo-dobrou/

Despesas com cartão da Presidência dobram e chegam a 3,7 milhões de reais

Despesas com cartão da Presidência dobram e chegam a 3,7 milhões de reais 

Gastos com cartões corporativos da Presidência nos 3 primeiros meses de 2020 são os maiores desde 2013

De janeiro a março deste ano, os valores somaram R$ 6,2 milhões; ano passado foram R$ 2,5 milhões no mesmo período. Planalto atribuiu aumento a viagens e disse que gastos da residência oficial diminuíram.

https://g1.globo.com/politica/noticia/2020/05/12/gastos-com-cartoes-corporativos-da-presidencia-nos-3-primeiros-meses-de-2020-sao-os-maiores-desde-2013.ghtml

ALÉM DOS GASTOS COM O ATUAL PRESIDENTE BOLSONARO A UNIÃO CUSTEIA OS EX-PRESIDENTES.

Ex-presidentes da República custam R$ 12 mil por dia à União

https://noticias.r7.com/brasil/ex-presidentes-da-republica-custam-r-12-mil-por-dia-a-uniao-11052019 

Para economizar 1 trilhão, bastaria cortar privilégios do alto escalão dos três poderes

Só com auxílio-alimentação, auxílio pré-escola e auxílio-transporte dos servidores do alto escalão dos três poderes o governo gasta R$ 3,8 bilhões anuais.

Desembolso anual inclui presidente e vice, ministros e secretários, parlamentares e ministros do STF.
Só Presidente da República tem basicamente os mesmos luxos dos monarcas que habitavam o Palácio de Versalhes – com os benefícios tecnológicos e gastronômicos do século 21.
 

No fim de abril, o governo Bolsonaro anunciou o congelamento de R$ 1,7 bilhões dos gastos das universidades, um contingenciamento que afetará 63 universidades e dos 38 institutos federais de ensino, decisão que afetará sem dúvida as pesquisas em andamento no Brasil, assim como novos projetos de pesquisas. No total, cerca de 3.500 bolsas de mestrados e doutorados foram bloqueadas com a medida, gerando uma onda de protestos e paralisações em todos os Estados e Distrito Federal. Mais de 200 cidades do país registraram atos de estudantes e professores contra a medida do governo e a reação do presidente da República, Jair Bolsonaro, diante das manifestações foi chamar os estudantes brasileiros de “idiotas úteis”, gerando uma imediata onda de reação

https://www.justificando.com/2019/05/24/para-economizar-1-trilhao-bastaria-cortar-privilegios-do-alto-escalao-dos-tres-poderes/

 

O Brasil como o 7° país mais desigual do mundo, ficando atrás de países como Botsuana, Suazilândia e Guiné Bissau. Isso aponta que o vácuo econômico entre os mais pobres e os mais ricos no país está entre os 10 maiores do mundo. O que nos leva a entender a disposição de oportunidades no país.
 
O crescente estado de miséria, as disparidades sociais, a extrema concentração de renda, os salários baixos, o desemprego, a fome que atinge milhões de brasileiros, a desnutrição, a mortalidade infantil, a marginalidade, a violência, etc, são expressões do grau a que chegaram as desigualdades sociais no Brasil.
As desigualdades sociais não são acidentais, e sim produzidas por um conjunto de relações que abrangem as esferas da vida social. Na economia existem relações que levam a exploração do trabalho através da baixa remuneração do empregado e a concentração da riqueza nas mão de poucos. Na política, a população é excluída das decisões governamentais.
O poder de dominação é que da origem a essas desigualdades.
As desigualadas são fruto das relações, sociais, políticas e culturais.
O Brasil conseguiu um maior grau de industrialização, mas o subdesenvolvimento não acabou, pois esse processo gerou uma acumulação das riquezas nas mãos da minoria, o que não resolveu os problemas sociais, e muito menos acabou com a pobreza.
As desigualdades sociais são enormes, e os custos que a maioria da população tem de pagar são muito altos. Com isso a concentração da renda tornou-se extremamente perceptível, bastando apenas conversar com as pessoas nas ruas para nota-la.
Do ponto de vista político esse processo só favoreceu alguns setores, e não levou em conta os reais problemas da população brasileira: moradia, educação, saúde, etc. A pobreza do povo brasileiro aumentou assustadoramente, e a população pobre tornou-se mais miserável ainda.
Quando se fala em desigualdades sociais e pobreza no Brasil, não se trata de centenas de pessoas, mas em milhões que vivem na pobreza absoluta. Essas pessoas sobrevivem apenas com 1/4 de salário mínimo no máximo!
O IBGE detectou, que 29,1% da população ativa do Brasil ganham até l salário mínimo, e 23,7% recebia mensalmente de l a 2 salários mínimos. Pode-se concluir que 52,8% da população ativa recebe até 2 salários mínimos mensais.
Com esses dados, fica evidente que a mais da metade da população brasileira não tem recursos para a sobrevivência básica. Além dessas pessoas, tem-se que recordar que o contingente de desempregados também é muito elevado no Brasil, que vivem em piores condições piores que as desses assalariados. Mas não existem somente pobres no Brasil, pois cerca de 4% da população é muito rica. O que prova a concentração maciça da renda nas mãos de poucas pessoas.
Geraldo Muller, no livro Introdução à economia mundial contemporânea, mostra como a concentração de capital, combinado com a miserabilidade, é responsável pelo surgimento de um novo bloco econômico, onde estão Brasil, México, Coreia do Sul, África do Sul, são os chamados “países subdesenvolvidos industrializados”, em que ocorre uma boa industrialização e um quadro do enormes problemas sociais.

 


A SOMA DA MINORIA MILIONÁRIA DO BRASIL EQUIVALE APROXIMADAMENTE AO PIB DO CHILE.
O Socialismo (social + ismo) significa ideologia de uma sociedade sem diferença de classe, a igualdade social. DEFENDE A IGUALDADE DE DIGNIDADE E TEM COMO IDEAL UM SISTEMA ONDE NÃO SE VÊ MILIONÁRIOS E NEM MENDIGOS.
O socialismo não é uma ameaça para o povo, é uma ameaça para a ARISTOCRACIA FINANCEIRA CAPITALISTA e para a OLIGARQUIA POLÍTICA DE DIREITA.
IGUALITARISMO é a Sociedade sem classes sociais.
Continuar sob o domínio da aristocracia financeira capitalista e da oligarquia política de direita é o maior castigo que o povo pode sofrer.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2020

Quem defende o bem comum é comunista ou segue o Evangelho?


Quem defende o bem comum é comunista ou segue o Evangelho?

 

 Vi essa reportagem no site:

https://www.cartacapital.com.br/blogs/dialogos-da-fe/quem-defende-o-bem-comum-e-comunista-ou-segue-o-evangelho/

O artigo assim diz:

Começamos nossa reflexão de hoje com esta frase de Dom Helder Câmara, que muito incomodou e continua a incomodar aqueles que se autointitulam conhecedores de todas as verdades e que se dão o direito de classificar ideologicamente homens e mulheres que defendem o bem comum. E o pior: fazem isso se autodenominado “evangelizadores e defensores da moral e dos bons costumes” que falam em nome de Jesus Cristo.

Servindo-se, em muitos casos, da liberdade religiosa garantida pela Constituição, abrem “igrejas” as quais classificam como “cristãs” e a partir delas buscam espaços livres nas redes sociais, compram a preços exorbitantes horários em rádios e tevês e passam a produzir revistas e jornais com conteúdos agressivos distribuídos “gratuitamente”. 

Munidos por esses equipamentos, passam a agir como juízes de um tribunal capaz de julgar e condenar seres humanos ao “fogo do inferno”, classificando-os como comunistas, esquerdistas, petistas, marxistas, dentre outros, simplesmente por defenderem direitos iguais para todos. Para estes “juízes e seus algozes”, direitos iguais ou bem comum são o mesmo que comunismo.

Mesmo as igrejas cristãs mais antigas e tradicionais sofrem com esse tipo de “pregação e comportamento” oriundos de líderes religiosos que não admitem se despojar de sua “proteção institucional”, de suas vestes “armaduras” e de suas insígnias e irem para o meio do povo marginalizado, pobre, abandonado e condenado a viver na miséria.

Parece até que se esqueceram de que foi para estes que o Cristo veio e foi vivendo entre eles que Ele nos ensinou o verdadeiro sentido do amor, do perdão, da misericórdia e da partilha.

O Evangelho de João, capítulo 10, nos apresenta uma passagem da vida de Jesus que nos permite traçar uma comparação com os acontecimentos narrados e nossa sociedade atual.

O cenário descrito por Jesus, apresenta elementos diversos: o pastor, a porta, as ovelhas, gente estranha. A incompreensão dos fariseus intensifica a certeza de que eles estão cegos (Jó 10, 1-6). Nos versículos 7 a 18, as palavras de Jesus sobre a cena apresentada aos fariseus reforçam as diferenças no modo de agir: enquanto estes se ocupam apenas com seus próprios interesses, o sentido da missão e obra de Jesus é a vida plena da humanidade (Vers. 10), e é para isso que ele forma em torno de si uma comunidade.

Diante do exposto, podemos inferir que o projeto de Jesus pressupõe uma sociedade onde o bem comum se sobreponha, definitivamente, aos interesses corporativos de grupos organizados e inescrupulosos que não se importam com o bem-estar do próximo.

Hoje, cabe a nós, cristãos comprometidos com os ensinamentos do Cristo, trabalharmos por uma sociedade mais justa, onde milhões –sobremaneira idosos-, não sejam obrigados a viverem com míseros 400 reais por mês, como previsto na Reforma da Previdência. 

Aqui acrescento as minhas palavras:

Sim, é preciso uma sociedade mais justa, onde milhões, não sejam obrigados a viverem com míseros R$ 1.045,00 reais por mês, como determina o Governo Federal.

O Papa Francisco nos ensina:

“O bem comum pressupõe o respeito pela pessoa humana como tal, com direitos fundamentais e inalienáveis […] O bem comum exige a paz social, isto é, a estabilidade e a segurança de uma determinada ordem, que não se realiza sem atenção especial à justiça distributiva […] Toda a sociedade – e especialmente o Estado – tem a obrigação de defender e promover o bem comum. [….] Nas condições atuais da sociedade mundial, onde há tantas desigualdades […] o princípio do bem comum se torna imediato, como consequência lógica e inevitável, em um apelo à solidariedade e em uma opção preferencial pelos mais pobres.

OUTRO SITE EM QUE ME IDENTIFIQUEI FOI:

https://colunas.gospelmais.com.br/jesus-foi-o-maior-socialista-que-ja-existiu-declara-jefferson-ramalho_32348.html

“Jesus foi o maior socialista que já existiu”, declara Jefferson Ramalho

Jefferson Ramalho diz:

"O mundo precisa, antes de tudo, conhecer o jovem de Nazaré, que era humano como todos nós, inconformado com a injustiça e a desigualdade, que denunciava os poderosos e que não se envergonhava de manter amizades com pessoas rejeitadas pela sociedade.
Que elementos dos Evangelhos podemos tomar como fundamentos para a compreensão de que Jesus foi o maior socialista que já existiu?
Os princípios da solidariedade, da igualdade, da justiça social e econômica, das relações humanas de respeito pelo outro independentemente de qualquer coisa.
Jesus era um sujeito que estava disposto a enfrentar cara a cara a injustiça, a arrogância, o poder opressor de líderes políticos e religiosos, a exploração do ser humano e a falsa ideia de meritocracia a ser aplicada numa sociedade na qual as oportunidades são desiguais desde quando o seres humanos nascem. Defender a meritocracia em uma sociedade desigual é desumano, é injusto, é sem o mínimo sentido, é sem critério racional e ético. Jesus, por outro lado, foi defensor da justiça, dos menos favorecidos, dos excluídos, dos explorados, das vítimas de preconceito."
 
Cristãos Progressistas. - Você tem consciência de que está entrando em um campo minado, ou seja, que há uma forte resistência a temas associados ao Socialismo? Acredita ser possível apresentar aos cristãos uma nova compreensão da face humana de Cristo?

Sim. Primeiro, porque dizer que Jesus foi socialista é um grande problema do ponto de vista histórico-filosófico. Por quê? Porque ele viveu há cerca de dois mil anos. O Socialismo é uma corrente ideológica que ainda não completou duzentos anos. Portanto, é anacrônico dizer que ele foi socialista, tanto quanto seria chamá-lo de capitalista, psicólogo, líder executivo, mas é inegável que muitos – senão todos – os princípios de solidariedade, igualdade, justiça, relações humanas de respeito pelo outro, independentemente de sua condição, raça, cor, sexo, gênero, religião, orientação sexual são comuns tanto na vida e comportamento de Jesus de Nazaré, como no Socialismo. Sabemos, sim, que o Socialismo é plural. Mas, os grupos que ao longo da história se disseram seguidores de Jesus também foram e são plurais. No entanto, há uma essência que os une. E, não tenho dúvida, de que se existem diferenças entre a mensagem do jovem galileu e a mensagem socialista, estas estão longe de superar aquilo que as aproxima. Há muito mais pontos em comum do que diferenças. É para isso que quero chamar a atenção de leitores e leitoras que me derem a honra e o privilégio de suas atenções para o meu livro.

Cristãos Progressistas. Que elementos dos Evangelhos podemos tomar como fundamentos para a compreensão de que Jesus foi o maior socialista que já existiu?

Jefferson Ramalho. Exatamente aqueles que mencionei: os princípios da solidariedade, da igualdade, da justiça social e econômica, das relações humanas de respeito pelo outro independentemente de qualquer coisa.[...]
Jesus era um sujeito que estava disposto a enfrentar cara a cara a injustiça, a arrogância, o poder opressor de líderes políticos e religiosos, a exploração do ser humano e a falsa ideia de meritocracia a ser aplicada numa sociedade na qual as oportunidades são desiguais desde quando o seres humanos nascem. Defender a meritocracia em uma sociedade desigual é desumano, é injusto, é sem o mínimo sentido, é sem critério racional e ético. Jesus, por outro lado, foi defensor da justiça, dos menos favorecidos, dos excluídos, dos explorados, das vítimas de preconceito. A leitura mais simplória dos evangelhos já permite que percebamos isso. Infelizmente, líderes religiosos de hoje, sem o mínimo conhecimento exegético, sem o mínimo conhecimento das línguas originais da Bíblia, distorcem a narrativa de tal maneira, fazendo-as falar aquilo que elas não estão falando. E, com isso, enganam pessoas, enriquecem às custas da fé alheia, fazem alianças políticas que não promovem o avanço da sociedade em todos os sentidos, mas que na prática servem apenas para encher seus bolsos e legitimar visões de mundo que são conservadoras, retrógradas, excludentes e preconceituosas. É uma pena que seja assim. Dizem que promovem o amor (claro que vão dizer isso), mas promovem o ódio, a exclusão e até a violência.[...]

Cristãos Progressistas. Os textos de Atos 2.44-47 e 4.32-37 são evidências de que os apóstolos tinham uma visão diferenciada, que acreditavam em princípios como igualdade e justiça social?

Jefferson Ramalho. Diferentemente do que ocorria na igreja de Corinto, na qual os ricos se empaturravam e não dividiam nada com os mais pobres, a igreja descrita nesses dois pequenos trechos do livro de Atos dos Apóstolos era solidária, desprendida de todo e qualquer bem material, não havia teologia da prosperidade, mas havia compartilhamento. É revoltante saber que existem pastores milionários e, ao mesmo tempo, em suas igrejas há pessoas que não têm o que comer em casa. E o que é pior: o sujeito (o pastor) é tão sem escrúpulos que é capaz de dizer que a pessoa está naquela situação porque não tem tido fé suficiente para melhorar de vida.

Cristãos Progressistas. Você considera os países nórdicos, como Suécia, Noruega e Finlândia como modelos de governos comprometidos com o bem-estar dos cidadãos? São hoje os melhores modelos de eficiência em políticas sociais, de igualdade de gêneros, e democracia participativa?

Jefferson Ramalho. Ainda não tive a oportunidade de conhecer esses países e nem sei se algum dia terei. O que sabemos é que eles estão muito à frente de nós em muitos quesitos. Não apenas em termos econômicos. A Economia desenvolvida é apenas uma consequência. Eles estão à frente de nós porque têm uma cultura política mais responsável, levam mais a sério aquilo que chamamos de ser humano. Você vai ao médico num país desse e é tratado como alguém que precisa ser assistido com responsabilidade; você tem uma Educação de ponta para todas as crianças e jovens, sem distinção; você aprende desde cedo a conviver com o outro, independentemente do quanto ele possa ser diferente de você. A nossa sociedade somente será melhor no dia em que aprender a viver com aquilo que melhor a caracteriza: a diversidade. E, nesses países em particular – o que, aliás, não ocorre em todo país economicamente desenvolvido – o convívio com o outro, seja ele de outra raça, cor, religião, identidade de gênero, etc, é muito respeitoso. Ser um país desenvolvido economicamente não significa que ele esteja livre de marcas e manchas culturais que expõem seus preconceitos e suas discriminações ainda tão notáveis.

 "É revoltante saber que existem pastores milionários e, ao mesmo tempo, em suas igrejas há pessoas que não têm o que comer em casa." (Jefferson Ramalho)

 


 

ESSE É UM OUTRO SITE QUE ABORDA A MATÉRIA: 

https://domtotal.com/noticia/1401964/2019/11/comunismo-socialismo-ou-cristianismo-verdadeiro/

Comunismo, socialismo ou cristianismo verdadeiro?

Os tempos que estamos vivendo e o modelo sociocultural vigente travaram uma luta contra os pobres.

Quem pode hoje falar sobre os pobres e defender os direitos deles sem ser tachado de comunista ou de socialista?

[...]  É importante considerar que os pobres ou os excluídos que são destacados na Escritura Sagrada são aqueles cujas vidas se encontram desprotegidas e ameaçadas. Por isso, uma leitura da Escritura colocada em confronto com a realidade brasileira nos permitirá considerar que o grupo dos pobres é numeroso em nosso país.[...]

[...]  Por isso, é errôneo desvincular a fé das situações da vida, ou melhor dizendo, é um erro desvincular a fé de uma postura política – política entendida aqui como a busca pelo bem comum que perpassa os sistemas políticos da sociedade.[...]

[...]  A libertação efetiva de quem vive em situação de pobreza consiste não somente na assistência imediata de suas necessidades fundamentais, mas na transformação das estruturas que os colocam nessas condições degradantes de vida.[...]

[...]  Os tempos que estamos vivendo e o modelo sociocultural vigente travaram uma luta contra os pobres. O número dos que se encontram em situações miseráveis em nosso país cresce a cada dia, e não somente as estatísticas comprovam essa triste realidade, mas já é possível ver muito próximo a nós pessoas vivendo de maneira degradante. Para ver, basta não fechar os olhos e maquiar a realidade. E essa configuração da sociedade é um escândalo humano e cristão.[...]

[...] A perversidade do sistema é tão absurda que pode chegar a naturalizar a pobreza com comparações do tipo: “Os ricos capitalizam seus recursos. Os pobres consomem tudo” (fala do atual ministro da Economia, Paulo Guedes, em entrevista para a Folha de S. Paulo). Quando se ouve tais absurdos, é importante ressaltar que os pobres gastam tudo porque tudo o que ganham é muito pouco para a sobrevivência.[...]

[...] A miséria não pode deixar de escandalizar, mas é urgente superar essa consciência na proposição afetiva de um novo modelo social no qual a vida dos pobres possa ser mais numa libertação verdadeira e total.[...]


TODOS OS CIDADÃOS MERECEM UMA VIDA DIGNA, MAS ISSO DEPENDE EXCLUSIVAMENTE DOS GOVERNANTES, DO SISTEMA POLÍTICO E DE NOSSAS ESCOLHAS!  O PODER EMANA DO POVO!

quarta-feira, 23 de dezembro de 2020

A DESIGUALDADE SOCIAL – POR UM BRASIL MELHOR

 

A DESIGUALDADE SOCIAL – POR UM BRASIL MELHOR 

A desigualdade social é um problema histórico e estrutural, herança do nosso período colonial e que funciona como um ciclo que se alimenta com o passar dos anos, sustentado pela má distribuição de renda. Ou seja, determinados indivíduos se encontram em condições estruturalmente mais vantajosas do que outros, e esta posição os permite acumular ainda mais riquezas em detrimento dos demais.

O Brasil é um dos campeões mundiais em desigualdades sociais, o que é explicado por vários fatores, como: colônia de exploração; um dos últimos países a abolir a escravidão; concentração de terras; desigual acesso à educação entre classes sociais e baixa qualificação; evasão escolar; baixo crescimento econômico do país; diferenças na qualificação profissional e nas condições salariais entre brancos e negros; inflação alta e carga tributária que sobretaxa produtos, reduzindo o poder aquisitivo das classes sociais menos favorecidas, as quais sobrevivem de salário mínimo ou com valores menores.

O Brasil é o sétimo país mais desigual do mundo, segundo o último relatório divulgado pelo Pnud (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), ficando atrás apenas de nações do continente africano, como África do Sul, Namíbia, Zâmbia, República Centro-Africana, Lesoto e Moçambique. O levantamento tem como base o coeficiente Gini, que mede desigualdade e distribuição de renda. 

Isso é agravado ao longo dos anos pela má distribuição de renda e a tributação de impostos. As oportunidades de trabalho e acessos a educação, saúde e cultura são oferecidos de maneira desigual à parcela mais rica da população em detrimento da mais pobre.

Qual é a origem da desigualdade social? Como o marxismo interpreta as desigualdades sociais?

O primeiro intelectual a falar sobre a desigualdade entre as classes foi o alemão Karl Marx. Para ele, a desigualdade social era um fenômeno causado pela divisão de classes. Por haver as classes dominantes, estas se utilizavam da miséria gerada pela desigualdade social, graças ao lucro e acúmulo de propriedades, para dominar as classes dominadas, numa espécie de ciclo.

Quais são as maiores desigualdades sociais no Brasil?

Crescimento do desemprego, a desigualdade econômica devido aos baixos salários pagos ao proletariado e dos índices de pobreza, gerados pela falta de oportunidades e acesso à educação, saúde e cultura da maioria em contra partida ao enriquecimento  da minoria.

A concentração de renda agrava a qualidade de vida da população, pois aqueles que recebem menos são obrigados a acumular grandes jornadas de trabalho para manter uma renda que lhes permita a sobrevivência; essa renda não lhes possibilita o acesso a eventos culturais e práticas de lazer, como viagens, visita a museus e teatros, shows e outros eventos.

 


Isso significa dizer que nem todas as pessoas têm acesso a uma qualidade de vida digna e saudável, por não terem condições financeiras. Dessa forma, a questão da desigualdade social tem grande impacto na sociedade.

Como acabar com a desigualdade social?

Uma série de medidas podem ser adotadas para reduzir o abismo entre ricos e pobres, desde a promoção dos direitos e à igualdade econômica, a uma taxa de tributação mais justa, ao pagamento de salários mínimos justos, a contenção dos salários de executivos e políticos e o objetivo de todos terem serviços gratuitos de saúde e educação.

NÃO DEVERIA EXISTIR FACÇÃO POLÍTICO PARTIDÁRIA NO CONGRESSO, DEVERIA EXISTIR VERDADEIROS REPRESENTANTES DO POVO EM PROL DE UMA VIDA DIGNA A TODOS OS BRASILEIROS. EM PROL DA IGUALDADE E DIGNIDADE SOCIAL.

terça-feira, 22 de dezembro de 2020

A VERDADEIRA REALIDADE POLÍTICA, ECONOMICA E SOCIAL DO BRASIL

 

A VERDADEIRA REALIDADE POLÍTICA, ECONÔMICA E SOCIAL DO BRASIL

MENSAGEM ENVIADA PARA O CONGRESSO E PARA A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DE MINAS GERAIS

A POBREZA A QUE ASSOLA O PAÍS

O conceito de desigualdade social é um guarda-chuva que compreende diversos tipos de desigualdades, desde desigualdade de oportunidade, resultado, etc., até desigualdade de escolaridade, de renda, de gênero, etc. De modo geral, a desigualdade econômica – a mais conhecida – é chamada imprecisamente de desigualdade social, dada pela distribuição desigual de renda.

O Brasil tem a maior concentração de renda do mundo. Quase 30% da renda do Brasil está nas mãos de apenas 1% dos habitantes do país, a maior concentração do tipo no mundo. É o que indica a Pesquisa Desigualdade Mundial 2018.

O abismo entre os maiores bilionários do planeta e a fatia mais pobre da população continua aumentando, segundo relatório da ONG Oxfam Brasil.

A questão, porém, não se restringe a contabilizar quanto ganham os mais ricos, os mais pobres e a grande massa intermediária, mas o que é de fato fundamental é entender as causas, os fatores que levam o país às piores posições de quaisquer comparativos internacionais de desigualdade.

O Brasil e Coreia do Sul eram tão similares no fim dos anos 1970, em termos de renda per capita, e hoje um coreano médio ganha três vezes mais que um brasileiro.

As regras de aposentadorias e pensões no Brasil são um estímulo à desigualdade, ainda que o INSS seja visto como um instrumento de redistribuição de renda. Uma grande massa de beneficiários, mais de dois terços, recebe o pagamento mínimo, equivalente a um salário mínimo, enquanto poucos privilegiados ainda contam com o benefício máximo do INSS – cerca de 5,5 salários mínimos – e mais outras benesses decorrentes das aposentadorias especiais. É isso que tornou o sistema previdenciário irracional e insustentável. A previdência necessita de uma reforma para combater os privilégios e a inadimplência dos grandes devedores.

No que diz respeito à distribuição de renda no país, a Síntese dos Indicadores Sociais 2017 comprovou, mais uma vez, que o Brasil continua um país de alta desigualdade de renda, inclusive, quando comparado a outras nações da América Latina, região onde a desigualdade é mais acentuada.

No sistema tributário brasileiro, quanto mais se ganha, menos se paga em impostos proporcionalmente, o que tende a perpetuar os altos índices de desigualdade do país, “Sempre que se fala em reforma tributária, surge a discussão sobre quem vai pagar a conta. Acontece que 99% dos brasileiros é que pagam o pato, e precisamos dividir essa conta com o 1% restante, que paga proporcionalmente muito menos”.

5% que estão no topo da pirâmide econômica do Brasil concentram a mesma renda dos 95% restantes. E que um trabalhador que receba um salário mínimo mensal levará 19 anos para ganhar o mesmo que aqueles que integram o 0,1% mais rico do país recebem em apenas um mês.

o combate a essas desigualdades passa necessariamente pela revisão da forma como o Estado arrecada e distribui recursos. “O problema não são os ricos, mas o sistema tributário, que faz com que quem tem mais tenha cada vez mais”. “Algum nível de desigualdade é inevitável, mas precisamos reduzir os extremos. Nossa tributação hoje não é excessiva, mas é injusta.”

Quem tem rendimento de 80 salários mínimos tem isenção de cerca de 66% em impostos enquanto para quem recebe de 3 a 20 salários mínimos essa isenção é de cerca de 17%. E na faixa mais baixa, entre 1 e 3 salários mínimos, ela é de apenas 9%.

Como consequência da desigualdade social, temos os grandes problemas que nos afetam diretamente, podendo ser vistos a toda hora e todo momento:

• Aumento das favelas nas grandes cidades, com proliferação nas cidades do interior;

• Crescimento de fome e de miséria em todos os centros urbanos;

• Aumento da mortalidade infantil, do desemprego e da criminalidade;

• Crescimento de classes sociais de menor poder aquisitivo;

• Atraso no desenvolvimento econômico da nação;

• Dificuldade de acesso a serviços básicos de saúde, transporte público, saneamento básico e educação.

Como sociedade, o Brasil deve entender que, sem um efetivo Estado que efetive uma política pública eficaz que resolva a desigualdade, não teremos condições de combater ou reduzir a desigualdade social entre nós. Cabe ao conjunto da sociedade criar meios para o desenvolvimento social e estabelecimento de um conjunto de regras que possam minimizar a desigualdade social. É preciso reduzir a distância entre os mais ricos e os mais pobres. Em consequência, sem uma reforma tributária igualitária e investimento massivo em educação, o Brasil não se tornará uma economia competitiva.

A conta de juros do governo brasileiro é desproporcional, pois o Brasil lidera o ranking das maiores taxas de juros do mundo, observando-se que a taxa básica de juros é fixada pelo próprio governo, por intermédio do Copom do Banco Central do Brasil. Nosso sistema continua a onerar os trabalhadores e os pobres. Mais da metade da arrecadação provém de tributos que incidem sobre bens e serviços, com baixa tributação sobre renda e patrimônio.

O que se constata atualmente é um desmonte do Estado Social, programas sociais sendo reduzidos ou extintos, em especial na área da educação e da ciência e tecnologia. Congelamento dos investimentos públicos por 20 anos, privatizações e desmonte dos bancos públicos, terceirização irrestrita, reforma trabalhista e tentativa de reforma da previdência.

 


MENSAGEM ENVIADA AO CONGRESSO E A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DE MINAS GERAIS

"Todo poder emana do povo, que exerce por meio de representantes eleitos" [...]

o que isso significa?

Trata-se do 1° artigo da Constituição do Brasil.

Emanar é o mesmo que dizer, que tem origem, de onde parte, é de onde vem.

Estão é, e que fique claro, que o poder não é o do representante na qual o povo escolheu para representa-lo e sim que mesmo após o ter eleito é dever, obrigação, responsabilidade dos representantes representar a vontade do povo por meio de políticas públicas de teor que realmente resolvam os problemas que a coletividades esperam que os governantes os façam a través de sua representação.

Infelizmente o povo apenas escolhe seu representante mas não exige, após eleito, as mudanças que o "poder" do povo almejava.

Eleger um representante não significa deixa-lo fazer o que bem entender, eleger um representante é escolher aquele que vai solucionar os problemas, afinal, se não for para solucionar os problemas do povo, então não precisamos de elege-los.

Para todos os problemas existe uma solução, basta procurar as causas e mudar o que for necessário, doa a quem doer.

Para isso é preciso romper os paradigmas políticos e econômicos na qual vivemos.

Sei que não faltam justificativas que asseguram o atual sistema que, infelizmente, vivemos.

Acreditar nessas justificativas e continuar com os problemas que perduram é o mesmo que dizer que os problemas do povo não tem solução e se acreditarmos que esses problemas não tem solução, então?, para que continuar nessa estrutura que não muda? Para que escolher políticos se eles não representam a voz do povo?

 

De quê adianta a sabedoria se o sábio sozinho não muda o mundo.

De quê adianta o sábio obter a sabedoria e viver num mundo de ignorância.

É preciso de políticos que trabalhem por nós.

 


É preciso mudar o mundo. Precisamos de um mundo melhor para ser feliz.

Depende de nós.

Acabar com a maldade.

Acabar com a falsidade.

Acabar com a malandragem e com a corrupção.

É preciso mudar o mundo.

Precisamos de um mundo melhor para ser feliz.

Depende de nós.

Chega de sacanagem.

Chega de maldade.

Chega de desigualdade e vamos ser feliz.

É preciso mudar o mundo.

Depende de nós.

Precisamos de um mundo melhor para ser feliz.

Acabar com a ganância.

Acabar com a ignorância.

Acabar com a arrogância e a ostentação.

O mundo que vivemos depende de nós.

O mundo que vivemos é feito por nós.

Todo mundo tem o direito de ser feliz!

Não tenha vergonha de querer um mundo melhor.

Somos todos pedreiros nessa grande obra em prol de um mundo melhor.

É preciso acabar com a miséria, a pobreza, a fome. É preciso o pão.

De quê adianta a sabedoria se o sábio, sozinho, ele não muda o mundo.

De quê adianta o sábio obter a sabedoria e viver num mundo de ignorância.

É preciso que você que tem o poder (os políticos) trabalhem por nós.

 


É PRECISO SER AUDAZ

Ser audaz quer dizer ser destemido, abraçar os próprios sonhos e não dar atenção para as interferências que surgem no seu caminho.

Desafie-se, arrisque-se, exponha-se às adversidades! Não ter medo é a base para ser mais audacioso.

Pessoas ousadas estão sempre prontas para experimentar o que não conhecem.

Para se abrir a novos conceitos, é necessário se expor a eles.

Ter sonhos e persegui-los é a última palavra em ousadia e é um aspecto chave para ser confiante. A ideia é encarar as coisas por uma perspectiva diferente, dar seu toque pessoal a tudo que fizer e não ligar para o fato do resto do mundo esperar outra coisa de você. Figuras audaciosas como Pablo Picasso, Albert Einstein, Martin Luther King, Mahatma Gandhi, Nelson Madela, entre muitos outros, tiveram a coragem de inovar em suas áreas de atuação, mesmo quando o público achou que eles eram lunáticos. O sucesso deles aconteceu por não cogitarem desistir nem por um segundo.

Sejam quais forem seus sonhos, recuse-se a abrir mão deles.

Perseguir seus sonhos é uma porta de entrada para a irreverência! Desistir antes de tentar é conformismo puro.

Ficar na mesmice e não ter nenhuma aspiração não o ajudará a ousar em nada.

Isso não quer dizer arriscar a própria vida, mas encarar novidades que não terão garantias de ser um sucesso. É preciso entender que nem tudo sai como o planejado e que os desafios podem trazer memórias fantásticas.

Não tenha medo, vergonha de demonstrar sua paixão pelo que o encanta!

Correr atrás de seus sonhos é primordial para a sua realização pessoal. Mesmo que o seu sonho seja único e que ao expor outros poderão aderir a sua causa. Dedique-se de corpo e alma e dê seu melhor.

Não se intimide com o incômodo inicial que isso pode causar, os audazes tendem a ter opiniões radicais.

Como qualquer ser humano comum, suas opiniões nem sempre terão um impacto positivo, como posicionamentos políticos, por exemplo. Não permita que isso o impeça de continuar.

Se for necessário fique em silêncio, o silêncio é uma atitude audaz. Os comuns podem pensar o que eles quiserem isso não é problema seu. Faça as coisas por si mesmo, não porque alguém quer que você faça. se você acha que está bom, basta!

Pessoas audaciosas não temem nem ignoram os desafios que a vida apresenta.

 


Para quê Deus criou o ser humano?

Se o ser humano existe para destruir, perseguir, descriminar, desigualar, recriminar o seus semelhantes, corrompe o sistema. É tanta desigualdade, tanta injustiça. Uns se acharem melhor do quê o outro pelo poder monetário e não pelo ser em si.

Para quê a existência do ser humano?

Se não existe humanidade.

Digo humanidade no sentido de bondade, benevolência em relação aos seus semelhantes, sentimento de compaixão em relação aos desfavorecidos?

Já se manifestarão vários seres iluminados na face da terra e não compreenderam suas mensagens.

Já existiram vários martires que deram sua vida por uma causa.

E mesmo assim o ser humano não compreendeu seus ensinamentos.

Até quando a ignorância ira prevalecer?

 

PARA QUÊ ELEGER REPRESENTANTES?

Eu não sei para que votar em Presidente, Deputados, enfim, para quem eles trabalham? Para si próprio, para empresários, banqueiros, trabalham para a burguesia?

Se eles são eleitos pelo povo, deveriam trabalhar para o povo e não para a elite dominante. A elite burguesa é a minoria. Os políticos dependem da maioria do povo pobre e não da burguesia. Quem vive bem nesse mundo é quem vive no mundo devaneio, os que acreditam que os políticos estão lá para trabalhar para o povo.

O operário, enquanto enriquece a burguesia, passa fome com um salário mínimo, quero ver um político viver de salário mínimo. Enquanto os políticos, jogador de futebol e artista, que nem precisa de formação para ganhar fortunas, vive a custa do pobre, que os venera, o pobre venera político, jogador de futebol e os artistas, é, os empresários pagam fortunas para eles, fazendo propaganda na TV, nos estádios e nas camisas de jogador e financiam campanhas de políticos, e a maioria da população, o povo que paga para sustenta tudo isso, mas quem é enriquecido com quem lhe enriquece, pouco se preoculpa com os que lhe dão lucro. Assistir TV, novela, jogo de futebol, enfim os programas de TV, só serve para enriquecer o ricos, artistas, jogadores de futebol e os empresários, que não é de graça, o trabalhador paga para enriquecê-los pagando o sinal de TV e dando ibope para a emissora. E assim o povo que é a maioria paga para enriquecer o rico.

Såo tantas as profissões nobre e mal remuneradas, como é o caso do professor cujo trabalho de engrandecer o ser humano e consequentemente o país, não é reconhecido.

E você acha que o sistema e as justificativas que ele dão, esta certo? DIZEM QUE O PROBLEMA É DA CRISE, só que para eles não existe crise, eles não passam dificuldades. Para todos os problemas existe uma solução. Veja o exemplo da pandemia basta encontrar o antídoto. Assim é para a ciência política e assim é para o sistema. A ciência política tem que encontrar as soluções para as necessidades de seu povo. O poder emana do povo, assim diz o artigo 1° da constituição.

Felizes os ignorantes que vivem da ilusão de que pela fé em DEUS as coisas vão melhorar. No mundo humano tudo depende das ações do próprio ser humano, não se deixe levar pela ilusão, o mundo que queremos depende de cada um de nós. Eu sou contra esse sistema corrupto e desigual.

 


A nossa Constituição é cumprida na forma da LEI?

"Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País, a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: (...)

Art. 6º São direitos sociais a educação, a saúde, a ALIMENTAÇÃO, o TRABALHO, a MORADIA, o transporte, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição.

E os representantes do povo, cadê? Afinal foram eleitos para nos representar e cumprir com a CONSTITUIÇÃO.

E a maioria DO POVO VIVENDO na INDIGNIDADE.

O povo não é assistido conforme o que diz a Constituição e o que grande parte da população vive na prática é injusto.

 


Igualitarismo é a Política, Doutrina, é o comportamento e/ou característica dos que priorizam ou pregam a igualdade civil, política e social para todos aqueles que fazem parte de uma sociedade. Doutrina que defende a igualdade de direitos e oportunidades, para todos os seres humanos, tanto no âmbito político como no âmbito econômico e social.

A ideia de justiça social passa também pela garantia de qualidade de vida a toda a população. Cabe ao governo oferecer tais condições.

Para diminuir essas desigualdades, é fundamental existir políticas públicas e para isso, são importante medidas que assegurem direitos, oportunidades e igualdade para todos.

A justiça social parte do princípio de que todos os indivíduos de uma sociedade têm direitos e deveres iguais em todos os aspectos da vida social. Isso quer dizer que todos os direitos básicos, como a saúde, educação, justiça, trabalho, igualdade salarial e manifestação cultural, devem ser garantidos a todos.

Um tipo de organização política que prevê que o Estado de uma nação deve prover meios de garantir seguridade social a todos os indivíduos sob a sua tutela, o que significa que o acesso a direitos básicos e as ações de seguridade social devem ser estendidos a todos

Visando as correções necessárias para uma vida melhor e adequada as necessidades específicas, buscamos não somente igualdade e sim a equidade também.

O princípio da equidade exige o reconhecimento das desigualdades existentes entre os indivíduos para assegurar o tratamento desigual aos desiguais na busca da igualdade.

Assegurar-lhes direitos, inseri-los em uma sociedade mais justa e com oportunidades iguais.

Tanto a equidade quanto a igualdade passaram a constituir valores essenciais para a construção de políticas públicas voltadas para a promoção da justiça social e da solidariedade e, ao mesmo tempo, se contrapor aos seus contrários – a iniquidade e a desigualdade.

O poder público deve promover a igualdade entre os desiguais por intermédio de políticas públicas que visam à promoção da equidade, medidas políticas que visam acabar com a exclusão social, cultural e econômica de indivíduos pertencentes a grupos que sofrem qualquer tipo de discriminação.

Compreender o que é a justiça social, é, na verdade, compreender sua conexão com os ideais de igualdade e equidade. E são esses valores que balizam políticas e lutas para a construção de uma sociedade melhor.

A igualdade e equidade, com suas sutis diferenças de entendimento, são princípios fundamentais para a construção de sociedades justas.

Ambos os conceitos compõem os projetos de sociedades de matizes humanistas,

A justiça social busca a remediação de desigualdades e da implementação de ações que venham remediar a situação.

Formalizar a justiça social por meio dos princípios da igualdade e da equidade ao visar o combate às desigualdades. Através dessas ações e políticas buscam garantir uma vida mais justa a todos.

O conceito de justiça social está relacionado com as desigualdades sociais e as ações voltadas para a resolução desse problema.

O Estado possui instrumentos para erradicar a desigualdade social e também para lançar políticas públicas sociais e universais. A adoção dessas políticas são o caminho para melhorar a vida em sociedade em todos os campos e assim minimizar a cada dia, a discriminação, a exclusão social, cultural e econômica de alguns indivíduos e promover a solidariedade e a justiça de maneira plena.

 


OSTENTAÇÃO ESPIRITUAL

Para a grande maioria, é mais importante ostentação material, ter um carro de luxo, gastar com roupas de marca famosas, é ter uma quantidade elevada de dinheiro.

Porém, será que a riqueza está de fato ligada ao dinheiro? Será que não existem outros tipos de riqueza, como por exemplo, a riqueza espiritual?

Eu acredito que ser rico vai muito além de ter uma alta quantidade de dinheiro na conta. Em uma definição curta, simples e direta podemos dizer que:

Ser rico é ser espiritualizado. Ostentar o caráter, o amor e a bondade, através do desejo de que seus semelhantes tenha uma vida mais digna. Ser Espiritualizado é desejar um mundo melhor, igualitário para todos politicamente, economicamente e socialmente, mas todos mesmo, sem nenhuma exclusão, que todos tenham uma vida mais próspera. Que ninguém passe por necessidades básicas.

Espiritualidade no sentido de desejar e fazer com que todos tenham uma vida digna.

Ser espiritualizado é se preocupar com o próximo, se preocupar com as desigualdades e fazer com que todos possam viver num mundo melhor e justo.

É PRECISO CONSIDERAR, QUE AO DEIXAR ESTE MUNDO, NÃO LEVAMOS NADA, MAS NADA, DE MATÉRIA, BENS E VALORES MATERIAIS. LEVAMOS SIM OS BENS E VALORES ESPIRITUAIS.

A MAIOR RIQUEZA QUE O SER HUMANO PODE TER É A RIQUEZA ESPIRITUAL. ESSA SIM É UM GRANDE MOTIVO DE OSTENTAÇÃO.

 


No século XVIII, o século do Iluminismo Ilustrado de Voltaire, Montesquieu, Kant, Goethe, Rousseau, Mozart e Beethoven, entre outros luminares., herança do século das Luzes, a ideia da felicidade nasce, não como uma conquista individual, mas como uma meta a ser alcançada pela coletividade. O lema IGUALDADE, LIBERDADE E FRATERNIDADE foi o princípios da Revolução Francesa (1789), tornando-se o grito de ativistas em prol da democracia e da derrubada de governos opressores e tiranos de todo tipo e também estiveram presentes na Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão que nasceu na França, em 1789 após a mencionada revolução.

A Declaração Universal Dos Direitos Humanos foi inspirada na Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão (1789), trazendo consigo os ideais da Revolução Francesa, ou seja, os direitos à igualdade, à liberdade e à fraternidade.

Liberdade, como a de ir e vir, a liberdade de expressão, de culto e de pensamento, a liberdade de exigir um mundo melhor, mais justo e igualitário entre outras. É a de uma liberdade essencialmente pessoal, a liberdade de consciência. Liberdade sob cujo amparo o cidadão livre exercerá as diversas manifestações de sua liberdade de consciência, como as liberdades civis, religiosa, política. A obrigação de lutar contra a ignorância moral e intelectual da Humanidade e moldar, na estrutura psíquica do indivíduo e da coletividade, a compreensão de que a liberdade de pensamento, a liberdade civil, religiosa e todas as outras liberdades socialmente valorizadas são direitos inalienáveis do Homem, mas que, para bem exercê-las, é preciso instrução.

Igualdade - engloba a igualdade nos contextos moral, civil, econômico, religioso e político, igualdade de oportunidade, o que significa que todos possuem os mesmos direitos e deveres, independente de cor, gênero, religião e que todos os trabalhadores tenha uma remuneração equivalente ao custo das necessidades básicas e para possam viver com dignidade.

Fraternidade, provém do Latim frater, que significa irmão, união e harmonia, daqueles que convivem numa mesma sociedade e/ou aqueles que lutam por um mesmo ideal, por uma mesma causa, ou ainda por um mesmo objetivo fraterno no sentido de desejarem a todos os seus semelhantes, o próximo, uma vida digna. A fraternidade é uma relação recíproca entre iguais, pelo fato de que os indivíduos são iguais enquanto seres humanos, enquanto criaturas.

É extremamente necessário que a dignidade igualitária na busca dos direitos de dignidade, sendo que este direito deve ser igual para todos. Os direitos e deveres existentes têm como objetivo ímpar o bem-estar coletivo, harmonizando assim a sociedade e efetivando os direitos humanos e fundamentais de todos os cidadãos.

O lema IGUALDADE, LIBERDADE E FRATERNIDADE que surgiu na Revolução Francesa também são utilizados pela MAÇONARIA francesa que o adotou e o divulgou. A Maçonaria britânica e norte-americana usam o lema “FRATERNIDADE, ALÍVIO E VERDADE”.

A Fraternidade, ou Amor Fraternal, é demonstrado pela tolerância, respeito e igualdade.

O Alívio é o objetivo de cada atitude caridosa com seus familiares e a toda a humanidade.

A Verdade é compromisso, que além de observá-la deve sempre busca-la.

Nas lutas evolutivas da Humanidade, a desigualdade, em suas manifestações sociais, econômicas, civis e religiosas, tem sido causa de imenso sofrimento. Assim, deve-se promover a Igualdade nos mais diversos campos, comungando com a Liberdade e a Fraternidade.

A Política do Igualitarismo tem como doutrina, atitude que visam estabelecer a igualdade absoluta em matéria política, social, cívica, teoria que sustenta a igualdade absoluta dos homens. Igualitarismo cujo lema é “UM POR TODOS E TODOS POR UM”.

Só se pode pensar na felicidade, através da igualdade, como um projeto da sociedade, quando surge como uma possibilidade para todos os que nela vivem, com uma economia eficiente suficiente para deixarem de ser privilégios de poucos para ser uma possibilidade para todos.

https://www.gazetadopovo.com.br/republica/quem-sao-os-500-maiores-devedores-do-governo-na-previdencia/

https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2020-01/arrecadacao-federal-com-impostos-chega-r-1537-trilhoes-em-2019

A ARRECADAÇÃO 2020 É MAIS DE 1 MILHÃO A CADA MINUTO.

Arrecada-se em torno de 150 Bilhões por mês.

Para onde vai esse dinheiro?

https://impostometro.com.br/

PARA TODA ÁREA PROFISSIONAL A FORMAÇÃO PROFISSIONAL

Para ser médico é preciso estudar medicina, para ser Juiz é preciso estudar Direito.

Agora, para ser político não precisa de formação específica.

Deveria se exigir para a carreira política que o candidato tenha uma formação superior em ciência política, em que abrangesse os conteúdos de economia, direito e sociologia, no mínimo esses três conteúdos e para ser candidato deveria ter um concurso como existe para todos os cargos públicos.

 


 

JUSTIÇA SOCIAL E ECONÔMICA:

 https://www.youtube.com/watch?v=GLfLOURhkiM&feature=share

EM UM DIA O BRASIL ARRECADOU MAIS DE 6 BILHÕES.

E O GOVERNO FALA QUE O PAÍS ESTA EM CRISE.

É PRECISO ACOMPANHAR A ARRECADAÇÃO DO PAÍS E QUESTIONAR O QUE O GOVERNO FAZ PELO PAÍS.

O BRASIL ARRECADA MAIS DE UM MILHÃO POR MINUTO.

MAIS DE 5 BILHÕES POR DIA, 150 BILHÕES POR MÊS E QUASE 2 TRILHÕES POR ANO.

 

PELA IGUALDADE DA DIGNIDADE.

https://historiajah.blogspot.com/2020/05/quinta-postagem-da-quarentena-as.html


SISTEMA POLÍTICO-SOCIAL DOS QUE ADVOGAM A IGUALDADE SOCIAL.

O IGUALITARISMO DEFENDE A IGUALDADE DE DIGNIDADE, TEM COMO IDEAL UM SISTEMA ONDE NÃO SE VÊ MILIONÁRIOS E NEM MENDIGOS.

 

O IGUALITARISMO SURGIU NO SÉCULO XVIII, DEFENDIDA PELOS ILUMINISTAS E FOI O PRINCIPAL IDEAL DA REVOLUÇÃO FRANCESA.

E CONTESTADO ATÉ HOJE PELA EXPLORADORA BURGUESIA.

 

SE DEPENDESSE DE DEUS VIVERÍAMOS NUM MUNDO PERFEITO.

ESPERAR QUE OS PROBLEMAS SOCIAIS SE RESOLVAM POR SI MESMO É A ATITUDE MAIS CÔMODA DO SER HUMANO.

OS PROBLEMAS HUMANOS DEVEM SER RESOLVIDOS PELOS PRÓPRIOS SERES HUMANOS.

SE QUEREMOS UM MUNDO MELHOR, SOMOS NÓS MESMOS QUE TEMOS QUE FAZE-LO.

O IGUALITARISMO DEFENDE A IGUALDADE SOCIAL, ONDE TODOS POSSAM VIVER COM DIGNIDADE.

AS MAZELAS EXISTENTE NO MUNDO É CONSEQUÊNCIA EXCLUSIVAMENTE DO HOMEM, DO SISTEMA POLÍTICO, ECONÔMICO E SOCIAL QUE PERDURA A SÉCULOS NO MUNDO.

NA É IMPOSSÍVEL QUANDO DESEJAMOS MUDANÇAS. DEPENDE DE NÓS.

SOMENTE EXIGINDO DOS GOVERNANTES E DO SISTEMA ECONÔMICO AS MUDANÇAS NECESSÁRIAS PARA SE VIVER COM DIGNIDADE.

 

IGUALITARISMO UMA NOVA ORDEM, UM NOVO SISTEMA POLÍTICO, ECONÔMICO E SOCIAL.



IGUALITARISMO

PELO FIM DA INIQUIDADE.

PELO FIM DAS INJUSTIÇAS.

PELO FIM DA EXPLORAÇÃO.

PELO FIM DA POBREZA E DA MISÉRIA.

TODO PODER EMANA DO POVO - ARTIGO 1º DA CONSTITUIÇÃO DO BRASIL.

 

NUNCA SE DEIXE INFLUENCIAR PELOS DISCURSOS INFLAMADOS DOS POLÍTICOS NA ÉPOCA DA ELEIÇÃO. TENHA SUAS PRÓPRIAS CONVICÇÃO. ANALISE BENS O QUE VOCÊ DESEJA PARA O FUTURO. ESCOLHA CANDIDATOS QUE ESTEJAM EM CONFORMIDADE COM O SEU IDEAL. NUNCA SIGA A OPINIÃO DOS OUTROS, NÃO SE DEIXE LEVAR POR OPINIÕES QUE NÃO CONDIZEM COM SUAS EXPECTATIVAS.

PENSE BEM ANTES DE VOTAR E NÃO ESQUEÇA QUE TODOS OS PROBLEMAS QUE VIVE A SOCIEDADE É CONSEQUÊNCIA DA ESCOLHA DOS CANDIDATOS.

CANDIDATOS DE DIREITA E ESTREMA DIREITA NÃO TRABALHAM PARA O POVO. OS CANDIDATOS DO CENTRÃO NÃO TRABALHAM PARA O POVO. JÁ OS PARTIDOS DE ESQUERDA, ESSES SIM TEM A FINALIDADE EM PROL DO POVO. DIGO OS IDEAIS PARTIDÁRIOS E NEM SEMPRE OS CANDIDATOS.

 


DOS PARTIDOS POLÍTICOS DE DIREITA – ESQUERDA – CENTRO – OS EXTREMOS

Atualmente a esquerda busca promover a justiça social enquanto a direita trabalha pela liberdade individual.

Hoje, os partidos de direita abrangem conservadores, democratas-cristãos, liberais e nacionalistas, e ainda o nazismo e fascismo na chamada extrema direita.

Na esquerda, temos os social-democratas, progressistas, socialistas democráticos e ambientalistas. Na extrema-esquerda temos movimentos simultaneamente igualitários e autoritários, como movimentos operários e comunistas pelo o fim da propriedade privada. Há ainda posição de "centro". Esse pensamento consegue defender o capitalismo sem deixar de se preocupar com o lado social. Em teoria, a política de centro prega mais tolerância e equilíbrio na sociedade. No entanto, ela pode estar mais alinhada com a política de esquerda ou de direita.

Os de esquerda pregam uma economia mais justa e solidária, com maior distribuição de renda e interferência do Estado. Os de direita seriam associados ao liberalismo, doutrina que na economia pode indicar os que procuram manter a livre iniciativa de mercado e os direitos à propriedade particular.

Já o conservador seria aquele com um pensamento tradicional. Na política, o conservadorismo busca manter o sistema político existente, que seria oposto ao progressismo.

De um lado, a “esquerda”, que favorece o controle estatal da economia e a interferência ativa do governo em todos os setores da vida social, colocando o ideal igualitário acima de outras considerações de ordem moral, cultural, patriótica ou religiosa. De outro, a “direita”, que favorece a liberdade de mercado, defende os direitos individuais e os poderes sociais intermediários contra a intervenção do Estado e coloca o patriotismo e os valores religiosos e culturais tradicionais acima de quaisquer projetos de reforma da sociedade.

A extrema direita propõe a criminalização de toda a esquerda, a imposição da uniformidade moral sob a bandeira de valores tradicionais, a transmutação de toda a sociedade numa militância patriótica obediente e disciplinada.

Nenhuma política de transformação forçada da sociedade se pode realizar sem o controle estatal da atividade econômica, pouco importando que seja imposto em nome do igualitarismo ou do nacionalismo, do futurismo utópico ou do tradicionalismo mais obstinado. Por essa razão, ambos os extremismos são sempre inimigos da direita, mas, da esquerda, só de vez em quando.

A extrema esquerda só se distingue da esquerda por uma questão de grau (ou de pressa relativa), pois ambas visam em última instância ao mesmo objetivo. Já a extrema direita e a direita, mesmo quando seus discursos convergem no tópico dos valores morais ou do antiesquerdismo programático, acabam sempre se revelando incompatíveis em essência: é materialmente impossível praticar ao mesmo tempo a liberdade de mercado e o controle estatal da economia, a preservação dos direitos individuais e a militarização da sociedade.

 


O NOVO IDEAL DO IGUALITARISMO NO SÉCULO XXI

O IGUALITARISMO SURGIU NO SÉCULO XVIII, DEFENDIDA PELOS ILUMINISTAS E FOI O PRINCIPAL IDEAL DA REVOLUÇÃO FRANCESA.

O lema IGUALDADE, LIBERDADE E FRATERNIDADE foi o princípio da Revolução Francesa (1789), tornando-se o grito de ativistas em prol da democracia e da derrubada de governos (MONARQUIA) opressores e tiranos de todo tipo.

Na época o povo Francês oprimido pela nobreza que cobrava altos impostos para a sua ostentação deixou se levar com o apoio da burguesia, que também não estava satisfeita com a exploração da nobreza, se uniram em prol da queda da Monarquia Francesa provocada pela crise econômica e política que a França enfrentava no final do século XVIII.

A Revolução Francesa foi um período da história marcado por grande agitação social e política. O povo sustentava todo o peso do estilo de vida da aristocracia francesa com impostos cada vez mais altos.

A sociedade francesa era composta por:

• Primeiro Estado: correspondia ao clero francês.

• Segundo Estado: correspondia à nobreza francesa.

• Terceiro Estado: correspondia ao povo (a burguesia pertencia a este grupo)

O Terceiro Estado representava cerca de 95% da população da França no final do século XVIII. Esse grupo, composto principalmente por camponeses, foi o que mais sofreu com a crise econômica desse período.

Apesar da burguesia apoiar a queda da monarquia, a mesma, não abriu mão da posição de exploradora do trabalho do proletariado.

A burguesia Francesa procurou garantir, sobretudo a liberdade econômica. Dai que surge a origem Esquerda e Direita conforme o seguimento a qual defendem. Do lado esquerdo, encontravam-se os mais exaltados e radicais, alinhados com a baixa burguesia e os trabalhadores. Os principais representantes desse grupo eram os jacobinos. Do lado direito, estavam aqueles mais moderados, com tendência à conciliação e com boa articulação com a nobreza e a alta burguesia. Eram conhecidos como girondinos.

Se compararmos a situação da França do século XVIII com os tempos atuais veremos que a situação é idêntica. Temos a Corte (Nobreza) em Brasília, os banqueiros e grandes empresários (a burguesia), com toda as regalias e ostentação, sustentada a custa dos altos impostos e juros cobrados do povo trabalhador. Quem mais paga altos impostos e juros no Brasil são a classe média e baixa que são mais de 80% da população. Gente que trabalha duro para ganhar seu dinheiro e é desvalorizado.

No nosso congresso atual temos então os paridos de Direita com tendência à conciliação e boa articulação com a aristocracia e a Esquerda que são os partidos voltados para os interesse popular (povo).

Mesmo após a Revolução a burguesia continuou acumulando riqueza a custas da mão de obra do proletariado.

Por isso neste século resgatamos a ideia do IGUALITARISMO no seu verdadeiro sentido de IGUALDADE econômica e social.

Os baixos salários pagos para a maior parte dos trabalhadores não lhe proporciona uma vida digna de subsistência.

Por isso é preciso reivindicar melhores condições para os trabalhadores com uma políticas sociais destinadas ao bem-estar geral da população, mas com caráter distributivo, destinado principalmente às camadas de menor renda da sociedade, visando principalmente o desenvolvimento econômico, a eliminação da pobreza, a redução da desigualdade econômica e a redistribuição de riqueza e renda.

O IGUALITARISMO É O SISTEMA POLÍTICO-SOCIAL DOS QUE ADVOGAM A IGUALDADE SOCIAL.

O IGUALITARISMO DEFENDE A IGUALDADE DE DIGNIDADE E TEM COMO IDEAL UM SISTEMA ONDE NÃO SE VÊ MILIONÁRIOS E NEM MENDIGOS.

 


https://www.redebrasilatual.com.br/cidadania/2019/12/brasil-7-pais-desigualdade/ 

As políticas econômica e social de um governo igualitário, contribuirão para a redução das desigualdades entre o campo e a cidade, e os demais segmentos da sociedade brasileira historicamente marginalizados.

O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo.

A partir da redemocratização, significativos avanços de políticas sociais acarretou a redução do índice de desigualdade. Apesar da diminuição, esse patamar ainda é bastante elevado comparado ao resto do mundo.

Brasil é o 7º país mais desigual do mundo, melhor apenas do que africanos .

A desigualdade cresceu e bateu recorde, segundo levantamento do IBGE.

Muitos economistas defendem que o governo deve redistribuir a renda para alcançar uma distribuição mais igualitária do bem estar econômico. bem como a implantação do imposto de renda individual progressivo, fazem com que os mais ricos contribuam mais para subsidiar o estado de bem estar social.

A SITUAÇÃO DO PROBLEMA EM QUE VIVE O POVO BRASILEIRO SÓ IRÁ MELHORAR QUANDO TIVERMOS UM GOVERNO QUE IMPLANTE POLÍTICAS PÚBLICAS A FAVOR DE SEU POVO.

https://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2019/12/09/brasil-e-o-7-mais-desigual-do-mundo-melhor-apenas-do-que-africanos.htm

 

https://www.poder360.com.br/economia/senado-gasta-r-32-milhoes-por-mes-para-pagar-mais-de-3-mil-assessores/

 

https://www.politize.com.br/quanto-ganha-senador/

 

http://blog.politicos.org.br/brasil-ranking-dos-gastos-dos-deputados-federais/

 

GOVERNO BRASILEIRO movimenta bilhões de reais por ano.

Neste artigo, vamos entender melhor esse universo por meio de números como salários de deputados e senadores, número de funcionários e gastos por ano de cada uma das casas.

 

https://www.politize.com.br/o-sistema-legislativo-brasileiro-em-numeros/

 

OS GASTOS COM SALÁRIOS E VERBAS PARA DEPUTADOS E SENADORES SÃO EXTREMAMENTE ALTOS. UMA DIMINUIÇÃO SERIA NECESSÁRIO PARA CRESCIMENTO DO PAÍS.

 


https://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaoideia?id=62170

 



 

Veja esse vídeo e veja na imagem o custo para manter nosso parlamento.

 

https://www.facebook.com/desmascarandooficial/videos/3521968677924380/

 


A verdadeira realidade precária do professor da rede pública no Brasil.

Enquanto no Congresso os Parlamentares tem um custo de mais de163 mil para cada um dos 513 Deputados por mês.

https://www.facebook.com/pompeodemattospdt/videos/1565660873492425/

 


A PREVIDÊNCIA SOCIAL DO BRASIL ESTA PRECÁRIA PELO MOTIVO DE INÚMERAS EMPRESAS NÃO REPASSAR SUA PARTICIPAÇÃO PARA O INSS.

Entre elas a Caixa Econômica, Bradesco, Itaú, Banco do Brasil, o Estado do Amapá, da Amazônia, Lojas Americanas, CSN, Pirelli, frigoríficos, etc...

https://www.gazetadopovo.com.br/republica/quem-sao-os-500-maiores-devedores-do-governo-na-previdencia/

 


IGUALITARISMO é a Sociedade sem classes sociais, de acordo com uma definição do educador Paulo Freire é "uma sociedade em que nenhum homem, nenhuma mulher, nenhum grupo de pessoas, nenhuma classe explora a força de trabalho dos outros. É a sociedade em que não há privilégios para os que trabalham com a caneta e só obrigações para os que trabalham com as mãos, nas roças e nas fábricas. Todos são trabalhadores a serviço do bem de todos."

Desde tempos remotos, quando o homem começou a abandonar o nomadismo, abraçando a agricultura e compondo as primeiras cidades, iniciou-se as questões de poder, o estabelecimento de classes e a desigualdade social que perdura até os dias de hoje.

Os sistemas de divisão em classes sociais dividem as pessoas, o que resulta em inveja, ódio, angústia, pois a pobreza leva ao questionamento, porque de poucos com tanto e muitos com tão pouco, o que leva ao sentimento de injustiça e inconformismo.

A grande riqueza da aristocracia e a insatisfação entre as classes baixa e média foram fatores que levaram à Revolução Francesa do século XVIII e à Revolução Bolchevique na Rússia no século XX.

As maiores fortunas do Brasil estão com os empresários e banqueiros, no nível intermediário temos os ricos, a fortuna total chega ao PIB do Chile. O Brasil é o 7º país mais desigual do mundo, melhor apenas do que africanos .

A desigualdade cresceu e bateu recorde, segundo levantamento do IBGE.

Muitos economistas defendem que o governo deve redistribuir a renda para alcançar uma distribuição mais igualitária do bem estar econômico.

O lema IGUALDADE, LIBERDADE E FRATERNIDADE foi o princípio da Revolução Francesa (1789), tornando-se o grito de ativistas em prol da democracia e da derrubada de governos opressores e tiranos de todo tipo.

Igualitarismo, em filosofia política, é uma doutrina que defende a igualdade de direitos e oportunidades, para todos os seres humanos, tanto no âmbito político como no âmbito econômico e social.

O IGUALITARISMO É O SISTEMA POLÍTICO-SOCIAL DOS QUE ADVOGAM A IGUALDADE SOCIAL.

O IGUALITARISMO DEFENDE A IGUALDADE DE DIGNIDADE E TEM COMO IDEAL UM SISTEMA ONDE NÃO SE VÊ MILIONÁRIOS E NEM MENDIGOS.

 



O Brasil tem que seguir esse exemplo. 513 parlamentar na Câmara de Deputados e 81 no Senado e mais 10 Senadores afastado mais continuam recebendo é muito custo para a União. Cada Deputado Federal gasta mais de 163 mil reais por mês e mais as despesas com os Senadores, são bilhões por mês para manter uma corja que nem se quer trabalha em prol do povo.


 

ETA PAOZIMHO COM LEITE CONDENSADO CARO !!


Fatura do cartão usado para bancar despesas sigilosas do presidente somou R$ 3,76 milhões NOS QUATRO PRIMEIROS MESES deste ano

Agência Estado - Política

Da série: " Brasil acima de tudo, Deus acima de todos", ta okeyyy kkkkkkkk

 

O crescente estado de miséria, as disparidades sociais, a extrema concentração de renda, os salários baixos, o desemprego, a fome que atinge milhões de brasileiros, a desnutrição, a mortalidade infantil, a marginalidade, a violência, etc, são expressões do grau a que chegaram as desigualdades sociais no Brasil.

As desigualdades sociais não são acidentais, e sim produzidas por um conjunto de relações que abrangem as esferas da vida social. Na economia existem relações que levam a exploração do trabalho através da baixa remuneração do empregado e a concentração da riqueza nas mão de poucos. Na política, a população é excluída das decisões governamentais.

O poder de dominação é que da origem a essas desigualdades.

As desigualadas são fruto das relações, sociais, políticas e culturais.

O Brasil conseguiu um maior grau de industrialização, mas o subdesenvolvimento não acabou, pois esse processo gerou uma acumulação das riquezas nas mãos da minoria, o que não resolveu os problemas sociais, e muito menos acabou com a pobreza.

As desigualdades sociais são enormes, e os custos que a maioria da população tem de pagar são muito altos. Com isso a concentração da renda tornou-se extremamente perceptível, bastando apenas conversar com as pessoas nas ruas para nota-la.

Do ponto de vista político esse processo só favoreceu alguns setores, e não levou em conta os reais problemas da população brasileira: moradia, educação, saúde, etc. A pobreza do povo brasileiro aumentou assustadoramente, e a população pobre tornou-se mais miserável ainda.

Quando se fala em desigualdades sociais e pobreza no Brasil, não se trata de centenas de pessoas, mas em milhões que vivem na pobreza absoluta. Essas pessoas sobrevivem apenas com 1/4 de salário mínimo no máximo!

O IBGE detectou, que 29,1% da população ativa do Brasil ganham até 1 salário mínimo, e 23,7% recebia mensalmente de 1 a 2 salários mínimos. Pode-se concluir que 52,8% da população ativa recebe até 2 salários mínimos mensais.

Com esses dados, fica evidente que a mais da metade da população brasileira não tem recursos para a sobrevivência básica. Além dessas pessoas, tem-se que recordar que o contingente de desempregados também é muito elevado no Brasil, que vivem em piores condições piores que as desses assalariados. Mas não existem somente pobres no Brasil, pois cerca de 4% da população é muito rica. O que prova a concentração maciça da renda nas mãos de poucas pessoas.

Geraldo Muller, no livro Introdução à economia mundial contemporânea, mostra como a concentração de capital, combinado com a miserabilidade, é responsável pelo surgimento de um novo bloco econômico, onde estão Brasil, México, Coreia do Sul, África do Sul, são os chamados “países subdesenvolvidos industrializados”, em que ocorre uma boa industrialização e um quadro do enormes problemas sociais.

 


O que me conforta nos resultados das eleições de 2018 é que Haddad (PT) teve 44,87% dos votos válidos. As abstenções somaram 21,3%, os votos brancos foram 2,14% e os nulos 7,43%. Isso significa que o candidato de ESTREMA DIREITA foi eleito por uma minoria de eleitores. E essa minoria colocou um militar abestalhado e que esta destruindo o país. É preciso que os eleitores escolham candidatos que se preocupam com o país, com a pobreza e com a desigualdade social. Os PARTIDOS de ESQUERDA não é uma ameaça para o povo é uma ameaça a aristocracia financeira e a oligarquia política de direita (grupo minoritário que, logra ocupar posições institucionais que lhe permitem tomar decisões que afetam os interesses coletivos). O capitalismo é um sistema cruel contra o bem estar do povo. Esta correto o bilionário norte-americano Warren Buffet quando reconhece que “claro que há luta de classes, e é a minha classe, a dos ricos, que está vencendo.”

Zygmunt Bauman avisou, apoiando-se em Gramsci: a democracia torna-se cada vez mais oca, quando a aristocracia financeira impõe seu poder e resta à sociedade participar de eleições cosméticas.

Vandenberghe define a situação política do Brasil como extrema e estima que Jair Bolsonaro “não é um presidente que se pode comparar a qualquer outro” na história do país. “Estamos confrontados com um populismo da extrema-direita. Todos os valores que as pessoas liberais e democratas acreditam estão em suspenso e ameaçados”, afirma. “Nunca pensei que viria em minha vida uma desconstrução ativa dos direitos humanos e de uma democracia liberal”.

“O Brasil tem uma alternância regular de períodos democráticos e oligárquicos. Temos agora uma volta da oligarquia com uma política de extrema direita.

“O que era centro esquerda e centro direita virou simplesmente extrema esquerda porque a direita populista é tão extrema, que, de acordo com o ponto de vista deles, tudo o que estiver mesmo um pouquinho à sua esquerda é taxado de socialista, comunista, e portanto, como um inimigo interno”.

É PRECISO TER O BOM SENSO NA HORA DE ESCOLHER O CANDIDATO OU PODEMOS CONTINUAR NOS SUICIDANDO

 


As posições políticas costumam ser rotuladas como de extrema esquerda, esquerda, centro-esquerda, centro, centro-direita, direita e extrema direita. Nas pontas do eixo encontramos ideias radicais e ideologias extremistas e que, portanto, acabam sendo pouco populares entre os eleitores. As posições mais centristas – como a centro-esquerda e a centro-direita – são as que possuem maior apelo eleitoral e formam a maioria dos governos democráticos do mundo.

No discurso político cotidiano de democracias liberais, como o Brasil e a maior parte do mundo ocidental, o eixo esquerda-direita contrapõe socialistas das mais diversas vertentes na esquerda e conservadores e liberais na direita. Mas é importante compreender que não é factível resumir todas as posições políticas somente a um eixo esquerda-direita. O uso de um eixo como este para designar posições políticas pode ser simples e conveniente para o cotidiano, mas está longe de refletir toda a realidade. É muita presunção querer reduzir um assunto tão complexo e multifacetado como a política a apenas um eixo, rotulando todas as ideias e pessoas apenas como “direitistas” ou “esquerdistas”.

Num sistema democrático onde todos votam e no qual a maioria da população é pobre ou de classe média, não é sustentável uma proposta política que seja contra a maior parte da população ou defenda abertamente o fim do próprio regime democrático.

Na política, entende-se por esquerda os grupos que defendem ideias que, via de regra, visam minar as relações de poder presentes, de forma a criar uma sociedade mais igualitária. Os grupos de esquerda na política são voltadas à superação de todas as formas de relação social desigual. Igualdade é o maior de todos os valores proclamados por esses grupos.

Veja abaixo alguns exemplos:

• Defesa dos direitos de grupos minoritários e vulneráveis: mulheres, negros, homossexuais, transexuais, trabalhadores e camadas de baixa renda.

• Políticas afirmativas: cotas sociais e raciais em universidades públicas e concursos públicos; cotas para mulheres no Congresso e no corpo de direção de grandes empresas; financiamento de bolsas em escolas e universidades particulares para estudantes de baixa renda; entre outros.

• Formação de um Estado de bem estar social: rede de proteção de pessoas vulneráveis (benefícios como seguro-desemprego, salário mínimo e outros benefícios trabalhistas, programas de financiamento de despesas com moradia e educação superior).

• Em grupos mais radicais de esquerda, estatização da economia e composição de uma economia socialista (controlada pelo Estado, com pouca influência das forças de mercado).

Para mim não deveria existir facção política e sim que todos os Partidos tivessem como bandeira o bem estar social do povo. Mas como o sistema assim não o é, temos que fazer escolhas, no meu entender escolho aos grupos que melhor demonstra ideais comuns.

COMUNISMO:(do latim communis, comum, universal) é uma ideologia política e socioeconômica, que pretende promover o estabelecimento de uma sociedade igualitária, sem classes sociais.

SOCIALISMO: social+ismo - Sistema político que pretende diminuir as desigualdades e atender às parcelas mais carentes da população. Organização de uma sociedade sem a separação por classes sociais.

Precisamos em nosso governo partidos e políticos que represente e defenda a dignidade de seu povo

 


O lado revolucionário de Jesus

“Amai ao próximo como a si mesmo”.

Você pode ser ateu, umbandista, agnóstico, católico ou professar qualquer outra religião. Mas se você sonha com um mundo diferente, mais justo, onde todas as pessoas tenham o direito de viver com dignidade, você também é um adepto do grande ensinamento de Jesus.

Afinal, é o amor pelo próximo que nos motiva a lutar contra a tirania, a injustiça e a desigualdade.

Para muitos historiadores, entretanto, o personagem histórico Jesus Cristo não foi somente um cara paz e amor que pregava o oferecimento da outra face como resposta à agressão, mas sim um militante revolucionário.

É o que defende o escritor norte-americano de origem iraniana Reza Aslan. Aslan fez mestrado em teologia na Universidade de Harvard e doutorado em história das religiões na Universidade da Califórnia.

Em seu livro “Zelota: a Vida e a Época de Jesus de Nazaré”, de 2013, o autor defende que o principal objetivo de Jesus era político e revolucionário: libertar a Palestina da dominação de Roma.

(Jesus) formou um movimento forte pelos pobres, doentes e marginalizados. Um movimento tão ameaçador aos religiosos e políticos do período que fez com que ele fosse procurado, preso, torturado e executado por crimes de sedição (organização de rebeliões, incitamento das massas), o único crime pelo qual alguém poderia ser crucificado sob a lei romana.
(…)
O fato é que o Jesus da história não era um simples pacifista que pregava a palavra de Deus, mas um líder revolucionário que desafiou o estado, não apenas ‘pregou’ para ele – e é por isso que o estado quis a sua morte.

O próprio Jesus não deixa muita margem para dúvida a respeito do caráter revolucionário de sua pregação, segundo o Evangelho de Mateus: “Não penseis que vim trazer paz à terra. Não vim trazer paz, mas a espada.”

Nos tempos sombrios em que nos encontramos, de golpes, injustiças, aumento da intolerância e explosão da desigualdade, é importante termos dentro de nós os dois lados, por assim dizer, de Jesus: amar ao próximo como a nós mesmos mas ter a consciência de que o amor não basta: não há libertação possível sem luta.