Por que a desigualdade faz o
Brasil menos desenvolvido.
A desigualdade
brasileira está entre as mais altas do mundo.
A parcela dos 10% mais ricos do Brasil concentra cerca
de 42% da renda total do país
As necessidades de muitas pessoas permanecem
não atendidas e, paralelamente, uma próxima geração de desigualdades se inicia,
colocando os ricos à frente no desenvolvimento.
A desigualdade é nociva ao desenvolvimento de
um país
"As desigualdades no desenvolvimento humano ferem
as sociedades e enfraquecem a coesão social e a confiança das pessoas no
governo, nas instituições e umas nas outras. As desigualdades ferem também as
economias, impedindo que as pessoas alcancem seu potencial no trabalho e na
vida".
A desigualdade pode ofender o senso de justiça das
pessoas e ser uma afronta à dignidade humana.
Economistas, acadêmicos, representantes de
organizações internacionais, think-tanks e organizações não
governamentais afirmam que o Brasil ainda tem muito a fazer em áreas que
incluem redução da desigualdade, a melhoria da educação, reformas nas
instituições públicas, combate à corrupção, combate à violência e até mesmo
respeito ao meio ambiente e aos direitos humanos.
“A desigualdade é o maior problema do Brasil. A
desigualdade enfraquece o crescimento econômico e gera altos níveis de
criminalidade e insegurança”, observa o americano Barry Ames, diretor do
departamento de ciência política da Unievrsidade de Pittsburgh e especialista
em Brasil do Centro de Estudos Latino-Americanos da instituição.
No Japão, com o início da restauração Meiji (1868) ,
houve um fantástico processo de desenvolvimento nacional.
Segundo Barbosa Sobrinho “O desenvolvimento econômico
do Japão é um desenvolvimento comandado e dirigido pelo Estado, obediente às
diretrizes que ele traçava e que caracterizam em seu conjunto, o período Meiji.
A interferência do Estado na economia japonesa foi tão
forte a ponto de Barbosa Sobrinho a considerar um caso de desenvolvimento
planejado anterior à revolução russa. Ou seja, os japoneses já haviam criado o
comunismo antes de Marx, Engels e Lenin.
Um país sem recursos naturais o Japão só contava com a sua etnia (ou raça) para
buscar um desenvolvimento sustentado.
Os reflexos da restauração Meiji até hoje estão
presentes na economia japonesa.
Reconhecida e considerada mundialmente como uma economia capitalista, o Japão
não conta com a participação de uma figura fundamental : o capitalista.
Os donos de qualquer grande corporação japonesa são as
outras grandes corporações japonesas. Assim se nós formos procurar saber quais
são os principais acionistas da Mitsubishi, vamos verificar que são o banco de
Tokyo, a Marubeni, a Kawasaki Heavy e etc. Se formos verificar quais os
principais acionistas do banco de Tokyo, vamos verificar que são a Mitsubishi,
a Marubeni a Kawasaki Heavy, etc.
Portanto a economia funciona como uma corrente, onde
cada elo defende se algum deles se enfraquece.
As corporações japonesas tem forte influência na vida de seus funcionários,
interferindo em muitas de suas decisões, sendo tudo aceito com muita
naturalidade, uma vez que é para o bem comum.
Comparar o Japão com o Brasil não é tarefa fácil. As
diferenças são enormes.
O Japão é um país pequeno sem recursos naturais mas com uma forte etnia, que
sustenta o seu desenvolvimento.
O Brasil é uma país enorme farto de recursos naturais
mas com uma etnia fraca e confusa, que não consegue se encontrar, influenciada
que é por forças externa.
O professor Luiz Carlos Bresser Pereira, no estudo “Os
três ciclos da sociedade e do Estado” (2012 – FGV) explica “Cada indivíduo será
nacionalista ou dependente, dependendo de como entende o papel de seu governo e
de seu estado. Será nacionalista se acreditar que o governo deve defender os
interesses do trabalho, do conhecimento e do capital nacionais, e se entender
que, para isso, deve ouvir seus concidadãos ao invés de aceitar sem críticas as
políticas e reformas propostas pelos países ricos, supostamente mais
competentes”.
Bresser Pereira arremata “As elites dos países latino
americanos têm maior dificuldade em se identificar com sua nação do que as
elites japonesas e, mais amplamente, do que as asiáticas, porque uma parte de
seus membros se veem como “europeus” e rejeitam a existência de interesses
divergentes entre seu país e o países ricos. Esta elite “europeia” com
frequência considera inferior o seu povo pobre e mestiço – e se associa às
elites externas, ao invés de associar-se ao seu próprio povo. Não é
surpreendente, portanto, que o problema da dependência seja mais grave na
América Latina do que na Ásia. Mas daí não se deve concluir que as elites
latino-americanas e brasileiras sejam dependentes. Dada a intrínseca
ambiguidade dessas elites, uma interpretação mais adequada do Brasil é, talvez,
a de ser uma sociedade nacional-dependente”.
O fato é que o Brasil frequentemente perde a oportunidade de aproveitar suas
vantagens competitivas, levado por políticas antinacionalistas.
O pré-sal brasileiro é um bom exemplo. Foi descoberto
em 2007, graças ao esforço dos funcionários e das tecnologias desenvolvidas
pela Petrobras bem como à coragem de um governo que apostou no seu sucesso.
o atual
governo brasileiro nomeou para a administração da maior empresa nacional,
pessoas cujo objetivo é destruir a Petrobras e eliminar a possibilidade do
Brasil alcançar um novo patamar de desenvolvimento econômico.
A Petrobras
está sendo privatizada na surdina, aos retalhos, sem o conhecimento e aprovação
da população brasileira.
O pré-sal está
sendo vendido a preço de banana para as petroleiras internacionais.
A empresa não faz perfuração de poços exploratórios para delimitação de
reservas, evitando registrar contabilmente as riquezas do pré-sal que são
enormes.
É claro o objetivo de evitar a valorização do
patrimônio da companhia para permitir sua venda, a preço vil, sem contestação
pública.
A não ser que haja uma reação muito forte e imediata
da sociedade organizada, o Brasil brasileiro, verdadeiro, nacionalista, mais
uma vez vai perder para os vendilhões da pátria.
O Brasil e o mergulho no atraso
Roberto
Amaral
Brasil de
FatoA crise
econômica, aguçada pelo neoliberalismo em voga, é o melhor fermento da crise
política a caminho da crise institucional.
Segundo The
Economist, a vetusta e conservadora revista britânica, algo como mensageiro
oficial do capitalismo, a China decidiu responder à guerra comercial que lhe
movem os EUA aumentando os investimentos em infraestrutura, educação, ciência e
tecnologia, fórmula simples e clássica de ativar a economia. Ao lado das
grandes obras, aplica recursos crescentes em educação e em pesquisa básica e na
formação de mão de obra especializada, qualificada e qualificadíssima, e na
pesquisa de ponta, em áreas como cibernética, exploração espacial (já chegou ao
lado escuro da Lua), e inteligência artificial. Resultado óbvio: seu PIB
cresceu 6,4% no primeiro trimestre deste ano.
A China é
hoje a segunda maior economia do mundo, caminhando para, em menos de uma
década, superar os EUA, tanto como economia, quanto em desenvolvimento
científico e tecnológico, com todas as implicações daí decorrentes para a
geopolítica e as estratégias de segurança e hegemonia que transitam da atual
unipolaridade (herança da Guerra Fria) para uma multipolaridade cujos contornos
ainda não podem ser definidos.
Esta China,
potência econômica, política e militar global que não cessa de crescer, era, em
1949, um país paupérrimo, arruinado pelo colonialismo europeu, invadido e
saqueado ao longo de séculos, e, naquela altura, às voltas com uma revolução
social. Era um país de camponeses miseráveis, quando nós brasileiros já
aspirávamos à industrialização e à urbanização.
Que fenômeno
explica a diferença de desenvolvimento desses dois países?
Enquanto a
China disputa com os EUA a liderança econômica e tecnológica, continuamos na
periferia do capitalismo, agora dominados por uma ultradireita
antidesenvolvimentista, anti-progresso, atrasada, dissolvente das esperanças.
Seu projeto não é mais impedir a chegada do futuro, nem apenas congelar o
presente: é trazer de volta o passado. O Brasil de hoje suspende os
investimentos públicos de um modo geral e em infraestrutura de forma
específica, reduz os gastos em educação e ciência e tecnologia, e renuncia a
projetos estratégicos, como a cibernética e o programa espacial, fundamentais
para o desenvolvimento e a segurança de qualquer país de nosso porte, ou que,
como já almejamos, pretenda desempenhar um papel de sujeito no concerto
internacional. Nossa balança comercial retorna aos contornos do início do
século passado, dependente da exportação de matérias-primas sem valor agregado,
antes pau-brasil, ouro, prata e pedras preciosas das minas gerais, depois
açúcar e depois café; agora soja e carne e minério de ferro.
Nossa
participação na economia global atinge o pior nível em 38 anos; a fatia do País
em bens e serviços é de 2,5%, contra um pouco mais de 3% em 2011.
O Brasil do
capitão e dos generais associados corta em 42% o orçamento do Ministério da
Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações, reduzindo as bolsas de mestrado e
doutorado (aqui e no exterior) e de iniciação científica, comprometendo ainda a
manutenção e modernização de laboratórios, registros de patentes e inovação nas
universidades e, por óbvio, a qualidade do ensino e da pesquisa.
Compromete o
papel das agências de financiamento, como o Conselho Nacional de
Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), a Coordenação de
Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), a Financiadora de Estudos
e Projetos (FINEP) e, na esteira, as agências estaduais de fomento ao ensino e
à pesquisa.
De 2015 para
cá o setor de conhecimento perdeu cerca de R$ 35 bilhões de reais.
No plano da
educação, o projeto de nossas classes dominantes, das quais o bolsonarismo é
expressão obscena, é destruir com a escola pública e o ensino gratuito, quando
a educação, isto é, o acesso ao conhecimento, é o único instrumento que pode
dar ao pobre chances de ascensão social e ao País condições de competitividade
num mundo que já vive a chamada 4ª revolução industrial (perdemos o tempo de
todas as outras) assinalada pela convergência de tecnologias digitais, físicas
e biológicas.
Como
lembrava Darcy Ribeiro, a tragédia da educação brasileira não se deve a erros
de planejamento. Mas, sim, a seus acertos. Esse fracasso é o prêmio de um
projeto bem sucedido de nossas perversas classes dominantes, para quem o
desenvolvimento nacional ou a melhoria da qualidade de vida de nosso povo
jamais foram uma questão central.
O projeto
que a casa grande devota ao país, desde a colônia, contrasta com as políticas
das sociedades capitalistas desenvolvidas, que tanto investem no ensino e na
escola pública. O ministro da Educação do momento anuncia seu desprezo pelas
universidades públicas e pelo ensino daquelas cadeiras, como filosofia e
sociologia, que fazem o aluno pensar e transformar-se em cidadão. Há, herdeiro
dos projetos fascistas, o ódio à cultura e ao conhecimento, o ódio à inovação e
à dúvida. Não por acaso, ao corte das receitas orçamentárias em educação e
ciência e tecnologia, bem como em cultura, se seguem os ataques à autonomia
universitária e à liberdade de cátedra, uma conquista de séculos. Não é obra do
acaso, nem é trivial, o governador de São Paulo pretender reduzir os recursos
destinados às universidades estaduais, como não é sem razão que sua maioria na
Assembleia Legislativa constitua CPI com o objetivo de, diz seu presidente,
“acabar com o ‘aparelhamento’ da esquerda na USP”.
Na contramão
do mundo que avançou, o Brasil reduz todos os seus problemas à crise fiscal,
cuja solução, nos termos colocados, só interessa aos banqueiros que financiaram
a aventura bolsonarista, e releva a plano secundário o caminho de seu
enfrentamento, que é o desenvolvimento econômico, a única forma até aqui
conhecida de geração de riqueza.
Resultado
óbvio: o ‘mercado’ – esta entidade mítica – já capta sinais de que o PIB deste
ano indicará um ‘crescimento’ zero marchando para um ‘crescimento’ negativo
ainda em 2019 e seguramente zero, mantidos os dados de hoje, em 2020.
Caminhávamos,
paramos e agora andamos para trás.
Enquanto isso,
os bancos tiveram, em 2018, ganhos que somaram 100 bilhões de reais, o maior
lucro desde o plano Real, 17,40% superiores ao resultado obtido em 2017 sobre
2016, contrastando com o PIB, que no mesmo período cresceu apenas 1,0%.
A
recuperação da renda brasileira por habitante vive seu pior momento da
história, 9% abaixo dos indicadores de 2014. O Brasil perdeu em março 43,2 mil
empregos formais. Mas o Bradesco teve um lucro de 5,8 bilhões de reais no
primeiro trimestre deste ano, uma alta de 30%.
O ano, mal
começado, já está perdido e perdido deverá ser 2020 com o espectro da
estagnação de hoje, ou mesmo da depressão de amanhã, que o capitão acelerará
com a inefável colaboração de sua equipe econômica e a solidariedade suicida da
Avenida Paulista.
Está claro
que a crise econômica, aguçada pelo neoliberalismo em voga, é o melhor fermento
da crise política a caminho da crise institucional, na qual já ingressamos com
a ativa contribuição do governo e seus agentes provocadores, de dentro e de
fora da famiglia, de dentro e de fora do Planalto, de dentro e de fora do
Alvorada, de dentro e de fora da caserna.
O aumento do
desemprego – inevitável diante da disfunção econômica associada às novas
relações de produção (que já chegou ao campo) fundadas na automação – é apenas
um adicional na tessitura da crise social, com a qual não podem, nem hoje nem
amanhã, se deixar surpreender as forças progressistas. Antes, cabe-lhes,
antevendo o que está à vista no horizonte de curto prazo, saber o que fazer e
começar a fazer.
Está à vista
que o bolsonarismo – qualquer que seja seu projeto e suas associações civis e
militares, econômicas e corporativas, nacionais e internacionais – investe na
expectativa de impasse, que estimula, ora com essa política neoliberal
sabidamente geradora de conflitos, ora com o incentivo à violência, ora com o
choque institucional, ora com o desapreço ao Congresso, ora com as investidas
contra o Poder Judiciário, ora incitando a cizânia mesmo no seio das hostes
fundamentais para a sustentação de sua parcela de poder.
É óbvio que
não se trata, apenas, de incompetência, nem só de loucura, pois há muito método
em tudo isso.
A História,
uma vez mais, desafia as esquerdas brasileiras e o que se possa chamar de
liberais progressistas dizendo-lhes que, se continuarem se dando ao luxo de
privilegiar suas vaidades e as brigas intestinas, as pequenas pelejas e os
projetos (eleitorais) particulares, ou disputando títulos imaginários de
“pureza” inócua, confundindo tática e estratégia, terão que reconhecer que
deram sua parcela de contribuição para o prolongamento e aprofundamento do
maior regressismo político, econômico e social já visto por esta acidentada
república.
A História
nos julgará a todos – e as massas já estão julgando.
O
desenvolvimento da China traz oportunidades para o mundo.
Correio Braziliense
O Ano de 2020 a República Popular da China comemora os 71
anos da sua fundação. Setenta e um anos atrás, sob a liderança do Partido
Comunista da China, o povo chinês, após árduos esforços, estabeleceu uma nova
China, alcançou a independência nacional e inaugurou novo capítulo na história
da nação. Setenta e um anos depois, o governo e o povo da China, unidos e
perseverantes, encontraram um caminho de desenvolvimento condizente com suas
realidades e conquistaram sucessos que impressionam o mundo.
A economia
chinesa entrou numa nova fase de desenvolvimento de alta qualidade. Com mais de
40 anos da reforma e abertura, a China, outrora pobre e atrasada, cresceu até
se tornar a segunda economia do planeta. Tem, hoje, o sistema industrial mais
completo no mundo, valor adicionado de manufatura que tem sido líder mundial
por 10 anos consecutivos e novas indústrias e modelos de negócios que se
desenvolvem de forma acelerada. No ano passado, o Produto Interno Bruto (PIB)
per capita passou a casa dos US$ 10 mil. A China responde por 30% da expansão
da economia global e tem sido seu maior motor por 13 anos seguidos. Neste
momento, a economia da China é a primeira a vencer o impacto da pandemia, e
tudo indica que pode registrar crescimento até o final do ano.
Ciência,
tecnologia e inovação constituem a nova força motriz do desenvolvimento chinês.
Atualmente, os gastos com pesquisa representam 2,19% do PIB nacional, percentagem
superior, por exemplo, à média da União Europeia. O país tem a maior quantidade
de patentes, tanto em pedidos quanto em outorgas, além de empregar o maior
número de profissionais em pesquisa e desenvolvimento.
A
classificação da China no Índice Global de Inovação subiu para o 14º lugar, a
mais alta colocação entre as nações em desenvolvimento. O país posiciona-se na
dianteira mundial em áreas cruciais de inovação tecnológica como 5G,
inteligência artificial e computação em nuvem. A estratégia de desenvolvimento
movido pela inovação levará à sofisticação da manufatura e ao aumento de
indústrias emergentes.
A vida dos
chineses mudou para melhor. Hoje, a China tem o sistema de seguridade social
com a maior cobertura do mundo. A expectativa de vida aumentou de 35 para 77
anos e mais de 800 milhões de pessoas saíram da pobreza. Diante dos desafios
impostos pela pandemia, o governo tem como tarefas prioritárias assegurar o
emprego e a subsistência básica. Trabalha para tirar da pobreza, ainda este
ano, 5,51 milhões de habitantes que ainda vivem nesta condição, cumprindo,
assim, as metas de erradicação da miséria absoluta e de construção de uma
sociedade moderadamente próspera em todos os aspectos.
A China
conseguiu novos feitos no campo dos direitos humanos. Como nação de diversidade
étnica e religiosa, vem garantindo, por lei, os direitos da população nas
esferas econômica, política, social, cultural e ambiental, além de respeitar a
liberdade de crença de todos os grupos étnicos. Em Xinjiang, por exemplo, a população
uigur mais do que dobrou nos últimos 40 anos. Esse foi o maior crescimento
populacional entre todas as etnias da mesma região, 10 vezes maior do que o da
população han no mesmo período. Existem, ali, mais de 20 mil mesquitas em
funcionamento, o que equivale, em média, a uma mesquita para cada 530
muçulmanos, proporção maior até do que a registrada em muitos países islâmicos.
A abertura
do país traz novas oportunidades para o mundo. A China é, agora, o maior
parceiro comercial do Brasil e de mais de 120 países e regiões. Tem sido o
segundo mercado de importação por 11 anos consecutivos no mundo e um dos
principais fornecedores da manufatura global. Tudo
isso ampliará a margem de cooperação com o Brasil e os demais países,
entregando resultados concretos para beneficiar ainda mais os nossos povos.
Atualmente,
todos os países enfrentam os mesmos desafios de estabilizar a economia e assegurar a subsistência da população. Mais do que
nunca, o mundo precisa de solidariedade e parceria para que todos avancem
juntos. Mais do que nunca, devemos repudiar a retóricas de unilateralismo e
mentalidade de guerra fria. Com ações concretas.