Vassoura da Dignidade: O Plano
de R$ 5 Bilhões que Brasília Esconde de Você!
Por Brasil Mostra Sua Cara
Você já parou para calcular
quanto custa cada "excelência" que ocupa uma cadeira em Brasília? Se
prepare, porque os números consolidados de 2025 e as projeções para 2026
mostram que o sistema foi desenhado para ser uma máquina de moer o dinheiro do
contribuinte. Hoje, um único Deputado Federal custa, em média, R$ 223 mil
por mês. Mas o que aconteceria se aplicássemos a Vassoura da Dignidade
e reduzissemos esse exército de parlamentares e suas mordomias?
Fizemos as contas, e o resultado
é um choque de gestão que economizaria quase R$ 5 BILHÕES por ano. Veja
como:
O Cenário Atual: A Farra dos
Bilhões
Manter o Congresso Nacional em
2025 foi uma operação de cifras bilionárias. De acordo com o Orçamento aprovado
e dados de transparência consolidados em janeiro de 2026, o custo do
Legislativo Federal brasileiro gira em torno de R$ 10,8 bilhões a R$ 14,8
bilhões por ano (considerando o orçamento total das duas casas), o que
representa um custo diário de aproximadamente R$ 40,8 milhões.
Atualmente, essa estrutura
consome fortunas em salários, verbas de gabinete para milhares de assessores,
auxílio-moradia e o famigerado "Cotão" (CEAP) para pagar marketing e
viagens:
- Câmara dos Deputados (513 cadeiras): Custo
direto anual de aprox. R$ 1,36 Bilhão.
- Senado Federal (81 cadeiras): Custo direto
anual de aprox. R$ 520 Milhões.
- Total Direto (Mandatos): R$ 1,88 Bilhão
por ano (apenas o custo dos parlamentares e seus gabinetes).
Aqui estão os valores detalhados
por parlamentar e por categoria:
1. Salário (Subsídio Mensal)
Desde 1º de fevereiro de 2025, o
salário bruto de deputados e senadores foi equiparado ao dos ministros do STF:
- Valor Mensal: R$ 46.366,19
- Valor Anual (com 13º): R$ 602.760,47 por
parlamentar.
2. Verba de Gabinete
(Assessores)
Destinada ao pagamento de
secretários parlamentares (comissionados):
- Deputados: R$ 133.170,54 mensais para
contratar até 25 assessores.
- Senadores: Aproximadamente R$ 100 mil
mensais (podendo variar, com alguns gabinetes chegando a ter mais de 50
assessores via cargos divididos).
3. Cota Parlamentar
(CEAP/CEAPS)
Verba mensal para despesas de
mandato (passagens aéreas, telefonia, correios, combustíveis, etc.):
- Deputados: Varia de R$ 30.788,66 a R$
45.612,53, dependendo do estado de origem (devido ao custo de
transporte).
- Senadores: Varia de R$ 21.000,00 a R$
46.933,20, também escalonada pela distância de Brasília.
4. Auxílios e Benefícios
- Auxílio-Moradia: R$ 4.253,00 mensais para
quem não ocupa imóvel funcional (apartamentos cedidos pela Câmara ou
Senado). Em 2025, só a Câmara gastou cerca de R$ 4,7 milhões com esse
benefício.
- Auxílio-Paletó (Ajuda de Custo): Atualmente,
o termo "auxílio-paletó" foi substituído pela Ajuda de Custo
no início e no fim do mandato (apenas em anos de posse ou despedida),
equivalente a um salário extra para compensar gastos de mudança. Não é
um pagamento mensal fixo.
- Saúde: Reembolso de despesas médicas e
odontológicas ilimitadas (mediante aprovação da Mesa Diretora).
- Transporte: Além da cota, os parlamentares
têm direito a carro oficial, motorista e cota de combustível.
Resumo do Custo Médio por Parlamentar
|
Categoria
|
Deputado Federal (Média Mensal)
|
Senador (Média Mensal)
|
|
Salário
|
R$ 46.366,19
|
R$ 46.366,19
|
|
Verba de Gabinete
|
R$ 133.170,54
|
R$ 100.000,00+
|
|
Cota Parlamentar
|
R$ 40.000,00 (Média)
|
R$ 35.000,00 (Média)
|
|
Auxílio-Moradia*
|
R$ 4.253,00
|
R$ 4.253,00
|
|
TOTAL MENSAL ESTIMADO
|
R$ 223.789,73
|
R$ 185.619,19+
|
*Apenas se não usar o apartamento funcional.
Por que custa tão caro?
O Congresso Nacional brasileiro é
frequentemente citado como o segundo mais caro do mundo, atrás apenas do
Congresso dos Estados Unidos. No entanto, em proporção ao PIB per capita, o
custo de um parlamentar brasileiro é o mais alto do mundo, chegando a custar
mais de 500 vezes a renda média do cidadão comum.
O total do Orçamento 2025 para o
Poder Legislativo (que inclui a Câmara, o Senado e o Tribunal de Contas da
União) foi aprovado em cerca de R$ 14,8 bilhões.
Assista este vídeo sobre o Orçamento de
2025 aprovado no Congresso para entender como as verbas públicas são
distribuídas entre os parlamentares e as políticas de governo.
Aprovado o
Orçamento de 2025 no Congresso Nacional (PL 26/24) - 20/03/2025 - YouTube
Câmara dos
Deputados · 61 mil visualizações
De onde vem esse valor? (O
"Combo" Mensal por Deputado)
Aqui está o detalhamento
pedagógico para você usar na sua página:
|
Verba
|
Valor Mensal
(Médio)
|
Finalidade
|
|
Salário
(Subsídio)
|
R$ 46.366,19
|
O pagamento direto
ao deputado (bruto).
|
|
Verba de
Gabinete
|
R$ 133.170,54
|
Pagamento de
salários de até 25 assessores.
|
|
Cota Parlamentar
(CEAP)
|
R$ 40.000,00
|
Média para
passagens, gasolina, correios e marketing.
|
|
Auxílio-Moradia
|
R$ 4.253,00
|
Pago a quem não usa
o apartamento funcional em Brasília.
|
|
TOTAL MENSAL
|
R$ 223.789,73
|
Custo total
médio de UM único deputado.
|
A comparação internacional é o
que prova que o Brasil não tem um Congresso caro por necessidade, mas por uma
escolha política de manter privilégios.
Por que o Congresso Brasileiro
é o "Vilão" Global do Custo?
O custo de um parlamentar não
deve ser medido apenas pelo valor absoluto (em dólares), mas sim pelo quanto
ele pesa no bolso do cidadão que o sustenta. É aqui que o Brasil bate recordes
negativos:
- O Peso no PIB per capita: Enquanto um
parlamentar britânico custa cerca de 5 a 10 vezes a renda média de um
cidadão do Reino Unido, o parlamentar brasileiro custa mais de 500
vezes a renda média do brasileiro. É o maior abismo de
representatividade financeira do planeta.
- O "Estado dentro do Estado": O
Congresso brasileiro não paga apenas o político. Pagamos uma estrutura de
"suporte" que não existe em quase nenhum outro lugar: são
motoristas, garçons, seguranças exclusivos, gráficas próprias, canais de
TV e rádio, e uma assistência médica que cobre desde um check-up até
cirurgias complexas para o parlamentar e seus dependentes.
- Encargos e Burocracia: Cada um dos 513
deputados pode ter até 25 assessores. No Senado, esse número pode ser
ainda maior. Isso gera uma folha de pagamento colossal que consome quase
80% do orçamento total do Legislativo.
Exemplos de Baixo Custo: Onde
a Política é Serviço, não Lucro
Para o seu blog, use estes
exemplos para mostrar que "outro mundo é possível":
🇸🇪 Suécia: O
Modelo da Simplicidade
Na Suécia, ser parlamentar é um
serviço temporário, não uma carreira de luxo.
- Sem Gabinete Privado: Os deputados dividem
salas pequenas (cerca de 15 $m^2$).
- Sem Assessores Individuais: Os parlamentares
não têm secretários particulares pagos pelo Estado. Eles mesmos respondem
seus e-mails e agendam seus compromissos.
- Transporte Público: Não existem carros
oficiais com motorista. O parlamentar recebe um cartão de transporte
público (metrô/ônibus) para se deslocar.
- Moradia: Eles vivem em apartamentos
funcionais de apenas um cômodo (quitinetes). Se quiserem levar a família,
precisam pagar a diferença do próprio bolso.
🇨🇭 Suíça: O
Sistema "Milícia"
Na Suíça, a maioria dos
parlamentares não vive exclusivamente da política.
- Mandato de Meio Período: Muitos mantêm suas
profissões originais (médicos, advogados, agricultores) e dedicam apenas
parte do tempo ao Legislativo.
- Custo Mínimo: Como não são "políticos
profissionais" em tempo integral, os salários e benefícios são
drasticamente menores, focados apenas em cobrir os custos de deslocamento
e estadia durante as sessões.
🇬🇧 Reino Unido:
Transparência Extrema
Embora o Parlamento britânico
seja antigo e tradicional, a fiscalização é implacável.
- O Escândalo das Despesas: Após um grande
escândalo em 2009, as regras ficaram rígidas. Hoje, cada centavo gasto com
"cotas" é publicado na internet em tempo real. Se um deputado
comprar uma lâmpada ou um rolo de papel higiênico com dinheiro público, o
eleitor fica sabendo.
O Contraste: Brasil vs. Mundo
|
Característica
|
Brasil (Cenário
Atual)
|
Suécia / Suíça
/ Reino Unido
|
|
Assessores por
Parlamentar
|
Até 25 (Deputados)
|
Zero ou
Compartilhados por Partido
|
|
Carro Oficial /
Motorista
|
Sim, para todos
|
Apenas para Chefes
de Estado / Uso de Metrô
|
|
Plano de Saúde
|
Vitalício e
Ilimitado
|
Sistema Público de
Saúde (igual ao cidadão)
|
|
Custo/PIB per
capita
|
> 500 vezes
|
5 a 15 vezes
|
"Enquanto na Suécia o
deputado lava a própria xícara de café e anda de metrô para economizar o
dinheiro do contribuinte, no Brasil o parlamentar gasta R$ 40 mil por mês só
para dizer o que está fazendo (marketing) e viaja de classe executiva. Não é a
distância de Brasília que custa caro; é a falta de vergonha na gestão do nosso
suor. Se o modelo sueco fosse aplicado aqui, os R$ 14 bilhões do orçamento do
Congresso virariam hospitais e escolas em um estalo de dedos!"
A "Conta de Padaria"
que Assusta o Eleitor
Se multiplicarmos esse custo
individual pela estrutura completa da Câmara em 2025/2026:
- Por mês: A Câmara gasta cerca de R$ 114,8
milhões apenas com esses benefícios diretos aos 513 deputados.
- Por ano: O custo ultrapassa R$ 1,3 bilhão.
"Muita gente acha que
o deputado custa 'apenas' os 46 mil de salário. O salário é apenas a ponta do
iceberg (20% do custo total). Os outros 80% são usados para manter uma
estrutura de assessores e viagens que muitas vezes servem apenas para a
reeleição deles. É um modelo de gestão que nenhuma empresa privada suportaria,
mas que o brasileiro é obrigado a pagar."
Importante: O custo pode ser
ainda MAIOR
Este cálculo não inclui:
- Encargos Trabalhistas: O INSS e o FGTS dos
assessores (pagos pela Câmara, fora da verba de gabinete).
- Saúde: O reembolso de despesas médicas que
pode chegar a valores astronômicos.
- Estrutura Física: Limpeza, segurança e
energia do prédio da Câmara.
Se somarmos tudo, estudos de
institutos como o Millenium e o DIAP apontam que, na ponta do
lápis, cada parlamentar custa ao Brasil mais de R$ 2,5 milhões por
ano.
Se usarmos a métrica conservadora
de R$ 2,5 milhões por ano por parlamentar, o cálculo é este:
A Conta do Desperdício (Anual)
- Custo por Deputado: R$ 2.500.000,00
- Quantidade de Deputados: 513
- TOTAL: R$ 1.282.500.000,00 (Um bilhão e
duzentos e oitenta e dois milhões de reais).
O "Buraco" é ainda
mais fundo
No entanto, esse valor de R$
1,28 bilhão refere-se apenas ao custo direto dos mandatos (salários
+ assessores + cotas). A "Vassoura da Dignidade" precisa mostrar o custo
total da instituição Câmara dos Deputados.
O orçamento total da Câmara
aprovado para 2025/2026 gira em torno de R$ 8,5 bilhões. Sabe o que isso
significa?
- Se dividirmos o orçamento total da casa (R$ 8,5 bi)
pelos 513 deputados...
- Cada deputado custa, na verdade, cerca de R$
16,5 milhões por ano para os cofres públicos.
Por que essa diferença bruta?
Porque o orçamento total paga também:
- Milhares de Funcionários de Carreira:
Policiais legislativos, técnicos, consultores e pessoal administrativo com
salários altíssimos.
- Aposentadorias e Pensões: O pagamento de
quem já saiu da Câmara mas continua recebendo do tesouro.
- Manutenção de Palácios: Energia, segurança,
limpeza e tecnologia de um complexo gigante em Brasília.
"O BRASIL GASTA R$ 1,28
BILHÃO SÓ COM A ESTRUTURA DIRETA DOS 513 DEPUTADOS. SE SOMARMOS TUDO, O CUSTO
SOBE PARA MAIS DE R$ 8 BILHÕES!"
O Congresso Nacional sob a
Lente da Gestão Privada
Se imaginarmos o Congresso
Nacional como uma empresa (vamos chamá-la de Brasil S.A.), os
números de 2026 revelam uma gestão impossível de sustentar no mundo real:
- Custo de Diretoria fora da Realidade: Em
qualquer empresa eficiente, o custo da diretoria (os parlamentares) e sua
estrutura de apoio não deve sufocar o investimento na atividade-fim
(serviços ao povo). Na Brasil S.A., cada um dos 513
"diretores" da Câmara custa R$ 223 mil por mês. No
mercado privado, um diretor com esse custo teria que gerar lucros
bilionários; em Brasília, muitos geram apenas mais despesas e leis que
travam o país.
- O Abismo do "Custo Operacional":
Imagine uma empresa onde o diretor ganha R$ 46 mil de salário (o que já é
alto), mas a empresa gasta mais R$ 133 mil apenas para pagar os
secretários particulares desse diretor e mais R$ 40 mil para pagar suas
viagens e sua publicidade pessoal. Nenhum conselho de administração
aprovaria isso. A "Vassoura da Dignidade" propõe o que
qualquer CEO responsável faria: reduzir o número de diretores e cortar as
mordomias que não produzem resultados para os acionistas (o povo).
- Incentivo ao Desperdício: No setor privado,
quem economiza recursos é premiado. No Congresso, quem economiza a Cota
Parlamentar muitas vezes é visto com estranheza pelos colegas, pois o
sistema é feito para que eles gastem o teto máximo todo mês. Como
mostramos na comparação com a Suécia, lá a gestão foca na austeridade;
aqui, a gestão foca na ostentação com o capital alheio.
Tabela de Desempenho: Empresa
Eficiente vs. Congresso Atual
|
Indicador de
Gestão
|
Empresa Privada
Eficiente
|
Congresso
Nacional (Realidade)
|
|
Viagens e
Logística
|
Apenas se
estritamente necessário e em classe econômica.
|
Passagens
ilimitadas pagas pelo "cliente" (você).
|
|
Marketing
Pessoal
|
Pago pelo próprio
profissional ou via lucro da empresa.
|
Pago com o imposto
do cidadão (Cotão).
|
|
Equipe de Apoio
|
Enxuta e focada em
metas de produtividade.
|
Até 25 assessores
por deputado (muitos cabos eleitorais).
|
|
Responsabilidade
Fiscal
|
Se gastar mais do
que arrecada, a empresa quebra.
|
Se gastar demais,
basta aumentar o imposto do povo.
|
"Se você fosse o dono
de uma empresa e descobrisse que seus gerentes gastam R$ 60 milhões por ano em
viagens enquanto a produção está parada, você os demitiria na hora. Então por
que, como 'donos' do Brasil, nós aceitamos manter 513 deputados e 81 senadores
com esse custo astronômico? O Brasil não é pobre, ele está sendo gerido por
quem não tem compromisso com o caixa. É hora de aplicar a lógica da eficiência:
menos políticos, mais resultados!"
A Proposta: Menos Políticos,
Mais Eficiência!
Nossa proposta não é fechar
prédios, mas sim reduzir o exército de pessoas e benefícios que orbitam cada
político. Se uma empresa está dando prejuízo, ela corta a diretoria. Por que
com o Brasil seria diferente?
1. Câmara dos Deputados:
Redução de 513 para 260
Propomos o corte de 253 cadeiras,
mantendo uma média de 10 deputados por Estado. Além disso, a extinção total do
"Cotão" (quem ganha R$ 46 mil que pague sua própria gasolina e avião)
e do auxílio-moradia.
- Economia Direta: R$ 1 Bilhão por ano.
2. Senado Federal: Redução de
3 para 2 Senadores por Estado
Atualmente, temos 81 senadores.
Reduzindo para 2 por estado (54 no total), eliminamos 27 estruturas caríssimas.
O senador brasileiro é um dos cargos mais caros do planeta.
- Economia Direta: R$ 180 Milhões por ano.
3. O Corte Administrativo (A
"Gordura" Invisível)
Embora os prédios continuem lá, a
redução de parlamentares corta custos variáveis gigantescos:
- Menos Assessores: Com 280 parlamentares a
menos no Congresso, deixamos de pagar salários e encargos de quase 6.000
cargos comissionados.
- Frota de Carros e Segurança: Menos políticos
significa reduzir drasticamente a frota de veículos oficiais, motoristas e
escoltas.
- Tecnologia e Consumo: Menos computadores,
menos licenças de software e uma redução massiva no consumo de material de
escritório e serviços terceirizados.
- Economia Estrutural Estimada: Mais R$ 3,5
Bilhões anuais.
O Veredito: O que fazer com R$
4,68 Bilhões/Ano?
A faxina completa geraria uma
economia total estimada de R$ 4,68 Bilhões anuais. Sabe o que o governo
poderia fazer com esse dinheiro que hoje fica em Brasília?
- Saúde: Construir 90 Hospitais Regionais
de ponta todos os anos.
- Segurança: Comprar 40 mil novas viaturas
blindadas para as polícias estaduais.
- Educação: Criar 250 mil vagas em creches
de tempo integral para mães trabalhadoras.
Você já parou para calcular
quanto custa cada "excelência" que ocupa uma cadeira em Brasília? Se
prepare, porque os números consolidados de 2025 e as projeções para 2026
mostram que o sistema foi desenhado para ser uma máquina de moer o dinheiro do
contribuinte. Hoje, um único Deputado Federal custa, em média, R$ 223 mil
por mês. Mas o que aconteceria se aplicássemos a Vassoura da Dignidade
e reduzissemos esse exército de parlamentares e suas mordomias?
Fizemos as contas, e o resultado
é um choque de gestão que economizaria quase R$ 5 BILHÕES por ano. Veja
como:
Cenário Atual: A Farra dos Bilhões
Atualmente, o Congresso Nacional
consome fortunas em salários, verbas de gabinete para milhares de assessores,
auxílio-moradia e o famigerado "Cotão" (CEAP) para pagar marketing e
viagens.
- Câmara dos Deputados (513 cadeiras): Custo
direto anual de aprox. R$ 1,36 Bilhão.
- Senado Federal (81 cadeiras): Custo direto
anual de aprox. R$ 520 Milhões.
- Total Direto (Mandatos): R$ 1,88 Bilhão
por ano (apenas o custo dos parlamentares e seus gabinetes).
A Proposta: Menos Políticos,
Mais Eficiência!
"Por que precisamos de 513
deputados se 260 fariam o mesmo trabalho? Por que pagamos gasolina e avião para
quem ganha R$ 46 mil por mês? A nossa simulação mostra: a faxina na Câmara
renderia R$ 3,5 bilhões por ano. Isso não é política, é gestão do suor do povo
Nossa proposta não é fechar
prédios, mas sim reduzir o exército de pessoas e benefícios que orbitam cada
político. Se uma empresa está dando prejuízo, ela corta a diretoria. Por que
com o Brasil seria diferente?
1. Câmara dos Deputados:
Redução de 513 para 260
Propomos o corte de 253 cadeiras,
mantendo uma média de 10 deputados por Estado. Além disso, a extinção total do
"Cotão" (quem ganha R$ 46 mil que pague sua própria gasolina e avião)
e do auxílio-moradia.
- Economia Direta: R$ 1 Bilhão por ano.
·
Simulação: A "Nova Câmara" Econômica
|
Item de Gasto
|
Custo Atual (513 Deputados)
|
Cenário "Vassoura" (260 Deputados)
|
Economia Gerada
|
|
Salários (Subsídio)
|
R$ 309,2 Milhões
|
R$ 156,7 Milhões
|
R$ 152,5 Mi
|
|
Verba de Gabinete
|
R$ 820,3 Milhões
|
R$ 200,0 Milhões*
|
R$ 620,3 Mi
|
|
Cota Parlamentar (CEAP)
|
R$ 224,5 Milhões
|
ZERO (Custeado pelo salário)
|
R$ 224,5 Mi
|
|
Auxílio-Moradia
|
R$ 6,5 Milhões
|
ZERO (Fim do auxílio)
|
R$ 6,5 Mi
|
|
TOTAL ANUAL DIRETO
|
R$ 1,36 Bilhão
|
R$ 356,7 Milhões
|
R$ 1,00 Bilhão
|
2. Senado Federal: Redução de
3 para 2 Senadores por Estado
Atualmente, temos 81 senadores.
Reduzindo para 2 por estado (54 no total), eliminamos 27 estruturas caríssimas.
O senador brasileiro é um dos cargos mais caros do planeta.
- Economia Direta: R$ 180 Milhões por ano.
·
Para o blog Brasil Mostra Sua Cara, o quadro do Senado é ainda
mais impactante, pois embora o número de parlamentares seja menor, o custo de
"manutenção" de cada Senador é historicamente mais elevado e cercado
de privilégios vitalícios.
· Aqui está a simulação para o Senado Federal, reduzindo de 3 para 2
Senadores por Estado (totalizando 54 Senadores) e aplicando o corte radical
de mordomias:
Simulação: O "Novo Senado" Econômico
(2026)
|
Item de
Gasto
|
Custo
Atual (81 Senadores)
|
Cenário
"Vassoura" (54 Senadores)
|
Economia
Gerada
|
|
Salários
(Subsídio)
|
R$ 48,8
Milhões
|
R$ 32,5
Milhões
|
R$ 16,3
Mi
|
|
Verba de
Gabinete
|
R$ 450,0
Milhões*
|
R$ 108,0
Milhões**
|
R$ 342,0
Mi
|
|
Cota
Parlamentar (CEAPS)
|
R$ 28,0
Milhões
|
ZERO
(Custeado pelo salário)
|
R$ 28,0
Mi
|
|
Auxílio-Moradia
|
R$ 3,8
Milhões
|
ZERO (Fim do
auxílio)
|
R$ 3,8 Mi
|
|
TOTAL
ANUAL DIRETO
|
R$ 530,6
Milhões
|
R$ 140,5
Milhões
|
R$ 390,1
Milhões
|
*Estimativa baseada na folha
de pagamento de comissionados e assessores de gabinete. **Considerando
um teto reduzido de assessores por senador, seguindo a lógica de austeridade.
Por que o corte no Senado dói
mais no sistema?
- A Elite do Gasto: Cada senador tem direito a
uma estrutura de gabinete que muitas vezes supera a dos deputados em
número de cargos de confiança (os famosos DAS). Cortar um senador
significa desativar uma "mini-empresa" política.
- Fim da Cota (CEAPS): No Senado, a cota
permite gastos vultosos com consultorias técnicas que muitas vezes
poderiam ser feitas pelos servidores de carreira da casa. Ao zerar a cota
e obrigar o senador a pagar suas viagens com o salário de R$ 46 mil,
eliminamos o turismo parlamentar.
- Economia Total: Somando a economia direta
(R$ 390 milhões) com a redução proporcional da estrutura administrativa do
Senado (segurança, motoristas, gráfica e a caríssima TV Senado), a
economia total passaria de R$ 1 bilhão por ano.
Somando as Forças (Câmara +
Senado)
Quando unimos os dois quadros, o
resultado é o que chamamos no blog de "O Grande Dividendo da
Dignidade":
- Economia Direta Câmara: R$ 1,00 Bilhão
- Economia Direta Senado: R$ 0,39 Bilhão
- Economia Estrutural (Estimada): R$ 3,29
Bilhões
- TOTAL DA FAXINA: R$ 4,68 Bilhões / Ano
"O Senado Federal é
conhecido como a 'Casa Alta', mas o custo de mantê-la é uma 'Baixaria' com o
dinheiro público. Nossa simulação mostra que 2 senadores por estado são mais
que suficientes para representar a Federação. O resto é gordura para sustentar
apadrinhados. Se a gente corta 1 senador por estado, sobra dinheiro para
construir milhares de casas. O que você escolhe: o luxo de um senador ou o teto
de uma família?"
3. O Corte Administrativo (A
"Gordura" Invisível)
Embora os prédios continuem lá, a
redução de parlamentares corta custos variáveis gigantescos:
- Menos Assessores: Com 280 parlamentares a
menos no Congresso, deixamos de pagar salários e encargos de quase 6.000
cargos comissionados.
- Frota de Carros e Segurança: Menos políticos
significa reduzir drasticamente a frota de veículos oficiais, motoristas e
escoltas.
- Tecnologia e Consumo: Menos computadores,
menos licenças de software e uma redução massiva no consumo de material de
escritório e serviços terceirizados.
- Economia Estrutural Estimada: Mais R$ 3,5
Bilhões anuais.
O que fazer com R$ 4,68
Bilhões/Ano?
A faxina completa geraria uma
economia total estimada de R$ 4,68 Bilhões anuais. Sabe o que o governo
poderia fazer com esse dinheiro que é gasto hoje em Brasília?
Habitação Popular: O Fim do
Aluguel
Com esse recurso, poderíamos
construir cerca de 39.000 casas populares (padrão R$ 120 mil) todos
os anos.
- Em uma única legislatura (4 anos), seriam 156
mil famílias saindo do aluguel ou de áreas de risco para morar no que
é seu.
Saúde: Postos e Cirurgias,
esse valor custearia:
- A construção e equipamento de 1.560 Unidades
Básicas de Saúde (UBS) por ano.
- Ou a realização de 3,1 milhões de cirurgias de
catarata, zerando as filas de espera no SUS em tempo recorde.
- Ou Construir 90 Hospitais Regionais de ponta
todos os anos.
Educação e Futuro: Faculdades
e Escolas
- Ensino Superior: O custo anual de um aluno
em universidade federal é de aprox. R$ 15 mil. Com a economia da Câmara e
Senado, poderíamos manter 312 mil jovens na Faculdade com tudo
pago.
- Escolas Técnicas: Daria para construir e
equipar 460 novas escolas técnicas (IFs) por ano,
profissionalizando a nossa juventude.
- Criar 250 mil vagas em creches de tempo
integral para mães trabalhadoras.
Social: Bolsa Família e
Combate à Fome
- Bolsa Família: Considerando o benefício
médio de R$ 680,00, a economia de Brasília pagaria o sustento de 573
mil famílias por um ano inteiro. São mais de 2 milhões de pessoas com
comida na mesa garantida pela redução de políticos.
Infraestrutura Rural e
Saneamento
- Saneamento: Esse valor permitiria levar água
tratada e esgoto para 600 mil novas residências anualmente,
reduzindo doenças e mortalidade infantil.
- Poços Artesianos: No Nordeste, poderíamos
perfurar e instalar 150 mil poços artesianos por ano, mudando a
realidade da seca.
Segurança: Comprar 40
mil novas viaturas blindadas para as polícias estaduais.
Tabela Comparativa: Luxo em
Brasília vs. Necessidade do Povo
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O que Brasília
gasta hoje (Anual)
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O que
poderíamos ter em troca
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R$ 1,88 Bilhão
(Só mandatos)
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15.600 casas
populares por ano
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R$ 60 Milhões
(Só passagens aéreas)
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400 ônibus
escolares novos todo ano
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R$ 224 Milhões
(Só o "Cotão")
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185 mil cestas
básicas distribuídas por MÊS
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R$ 4,68 Bilhões
(A faxina completa)
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O maior programa
de infraestrutura básica do século
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"O dinheiro existe! Ele
só está no lugar errado. Cada vez que você vê um deputado usando o 'Cotão' para
pagar segurança particular ou propaganda, lembre-se: ali vai embora uma casa
popular, um leito de UTI, uma vaga na creche. Reduzir o Congresso pela metade
não é 'atacar a democracia', é salvar o povo da miséria.
O sistema não vai se reformar
sozinho. O político não vai votar contra o próprio privilégio a menos que seja
emparedado pela opinião pública. O Brasil não é pobre, o Brasil é mal gerido.
Enquanto pagamos milhões para manter o luxo de Brasília. Enquanto pagamos R$ 60
milhões por ano só em passagens aéreas para políticos, o povo sofre na fila do
SUS e no ônibus lotado. É hora de passar a vassoura!