quinta-feira, 29 de maio de 2025

MANIFESTAÇÃO ENVIADA AO SENADO FEDERAL

 

Manifestação Pública: Por um Brasil que Priorize o Bem-Estar do Povo

Prezados(as) representantes Do Senado Federal,

Venho, por meio deste canal oficial de comunicação, manifestar minha indignação e preocupação com a atual condução das políticas públicas no Brasil, que seguem distantes das reais necessidades da população.

É inadmissível que um país com tantas riquezas naturais, potencial produtivo e força coletiva mantenha seu povo à margem do desenvolvimento. O Brasil não pode continuar sendo apenas o país do PIB alto e da felicidade baixa.

A máquina pública precisa, com urgência, ser reconfigurada para servir à maioria, e não aos poucos que vivem do privilégio. Em um único dia útil, o Brasil movimenta mais de R$ 46 bilhões em riqueza. Essa cifra não nasce nos gabinetes nem nos cargos comissionados do andar de cima. Ela nasce no suor do povo, nos braços que constroem, ensinam, plantam, cuidam, limpam, transportam e criam.

Educação, saúde e justiça social devem ser os pilares de qualquer projeto sério de nação. E não há desenvolvimento verdadeiro sem investir no humano — no conhecimento, na consciência crítica e na dignidade das pessoas. Isso exige, sim, uma mudança de mentalidade e de prioridades dentro do Parlamento.

É hora de o Brasil começar a pensar como o Butão, que utiliza o índice de Felicidade Interna Bruta (FIB) como referência de desenvolvimento. Um modelo que reconhece que crescimento econômico sem justiça social é ilusão estatística. O FIB considera, entre outros domínios:

  • Boa governança
  • Saúde
  • Educação
  • Meio ambiente
  • Cultura
  • Bem-estar psicológico
  • Uso do tempo
  • Comunidade
  • Sustentabilidade socioeconômica

Enquanto os modelos tradicionais enxergam o povo como custo, o FIB entende que o desenvolvimento espiritual e material devem caminhar juntos, complementando-se e se fortalecendo mutuamente.

O povo brasileiro é a verdadeira força que move esta nação. É quem gera a riqueza, sustenta o sistema, paga impostos e enfrenta as consequências das más decisões políticas. Não é mais aceitável que seja o último a ser lembrado e o primeiro a ser sacrificado em nome de "ajustes fiscais".

O Brasil que queremos só virá quando a política voltar a servir ao povo. E isso exige uma nova consciência política, baseada na ética, na justiça social e na participação cidadã. Somente com o engajamento de todos será possível construir um país mais equitativo, onde os direitos e oportunidades sejam acessíveis a todos, independentemente de sua posição social.

Como cidadão consciente, deixo aqui o meu apelo e a minha cobrança:
Chega de discursos vazios. É hora de ações concretas. É hora de legislar com justiça, equidade e responsabilidade social.

Por um Brasil que respeite sua gente. Que coloque o ser humano no centro das decisões. Que adote políticas públicas voltadas à dignidade, à consciência crítica e à felicidade real.

Atenciosamente,
Ricardo Laporta 







 

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