terça-feira, 30 de dezembro de 2025

O GOLPE DO ORÇAMENTO - EMENDA PARLAMENTAR: O SUBORNO COM O DINHEIRO DO POVO E O FIM DA DEMOCRACIA.

 

A Chinelada do Orçamento: O Dia em que o Congresso Subornou o Povo com o Dinheiro do Povo

Há quase dois séculos, o pensador Alexis de Tocqueville deixou um aviso sombrio: "A república sobreviverá até o congresso descobrir que pode subornar o povo com seu próprio dinheiro". No Brasil de hoje, essa frase deixou de ser uma teoria para se tornar a nossa realidade mais amarga.

Enquanto o debate público se distraía com futilidades — as famosas "Havaianas" da vez —, o Congresso Nacional deu uma verdadeira chinelada na cara de cada brasileiro. O alvo? O orçamento público. O valor do resgate? 61 bilhões de reais.

O Sequestro do Futuro

Este montante colossal não foi destinado a um plano nacional de educação ou a uma reforma estrutural da saúde. Ele foi sequestrado para servir a interesses privados de reeleição. É a institucionalização do suborno: usa-se o imposto que você pagou no feijão e na gasolina para financiar a manutenção de quem já está no poder.

Ou acabamos com a farra das emendas parlamentares sem transparência, ou elas acabarão, em definitivo, com a nossa democracia.

A Omissão é uma Escolha de Lado

Diante de um cenário onde o "balcão de negócios" substitui a gestão pública, não existe lugar para a neutralidade. Como nos lembrou o líder Desmond Tutu:

"Se você é neutro em situações de injustiça, você escolhe o lado do opressor."

Muitos brasileiros justificam sua inércia dizendo que "não gostam de política". No entanto, a espiritualidade de Allan Kardec nos ensina que essa passividade tem um custo kármico: "É na omissão dos bons que os maus prosperam". Quando os bons se calam, o orçamento é fatiado em silêncio nos gabinetes de Brasília.

O Poder da Decisão

Mesmo quando tudo parece desabar, cabe a mim decidir entre rir ou chorar, ir ou ficar, desistir ou lutar, porque descobri, no caminho incerto da vida, que o mais importante é o decidir. - Cora Carolina

Cora Coralina, com a sabedoria de quem viu a vida em todas as suas cores, escreveu que mesmo quando tudo parece desabar, o mais importante é o decidir.

A reconstrução do Brasil não depende apenas de mudar os nomes no Congresso, mas de mudar a nossa postura diante dele.

  • Decidir parar de aceitar "migalhas" de emendas como se fossem favores.
  • Decidir cobrar transparência absoluta sobre para onde vão os 61 bilhões.
  • Decidir que o papel de "público" no camarote (como dizia Lima Barreto) não nos serve mais.

A Luta pela República

O Brasil está em uma encruzilhada. De um lado, o caminho do suborno institucionalizado que esvazia o Estado; do outro, a retomada da cidadania ativa.

A "chinelada" que levamos deve servir como um despertar. Não podemos ser a geração que assistiu à morte da República por omissão. O futuro do Brasil não será decidido por quem tem a caneta nas mãos em Brasília, mas por quem decidir, nas ruas e nas redes, que o dinheiro do povo deve servir ao povo — e não ao projeto de poder de poucos.

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