CONHEÇA OS
"PENDURICALHOS" QUE DOBRAM A RENDA DOS POLÍTICOS
Quando você lê que um deputado ou
senador ganha R$ 44.008,52, a indignação já é imediata. Afinal, são
quase 27 salários-mínimos (R$ 1.621,00) para um único Deputado Federal.
Mas a verdade é ainda mais escandalosa: esse valor é apenas a vitrine.
Abaixo da superfície, existe uma
estrutura de "penduricalhos" e verbas indenizatórias que, na prática,
fazem com que o custo real de um parlamentar — e o dinheiro que ele deixa de
gastar do próprio bolso — seja muito maior.
O "Auxílio-Tudo"
Enquanto o trabalhador comum usa
seu salário para pagar aluguel, luz e internet, o político recebe verbas extras
para isso:
- Auxílio-Moradia: Quem não ocupa um dos
apartamentos funcionais de luxo em Brasília recebe cerca de R$ 4.253,00
mensais.
- Cota Parlamentar (CEAP): É aqui que o
"salário invisível" acontece. São entre R$ 30 mil e R$ 50 mil
mensais para cobrir gastos com passagens aéreas, combustível,
telefonia e até alimentação. Na prática, o parlamentar não gasta um
centavo do salário para trabalhar ou se deslocar.
O "Exército"
Particular (Verba de Gabinete)
Cada deputado tem à disposição R$
125.475,00 por mês para contratar assessores.
- São até 25 pessoas pagas pelo contribuinte.
- Muitas vezes, esses cargos são usados para empregar
aliados políticos, fortalecendo o curral eleitoral em suas regiões
de origem, enquanto o parlamentar mantém sua influência sem custos
pessoais.
A Saúde "VIP"
Enquanto a população enfrenta
filas quilométricas no SUS, parlamentares e seus familiares têm acesso a planos
de saúde de primeira linha, com reembolsos de despesas médicas que podem chegar
a valores astronômicos. É o ápice da desigualdade: você paga a saúde deles, mas
não tem a sua garantida.
Ajuda de Custo (O
"Auxílio-Paletó")
No início e no fim do mandato, os
parlamentares recebem um salário extra (ajuda de custo) para compensar gastos
com mudança e transporte. É um bônus que ignora o fato de que eles já possuem
rendas altíssimas para arcar com seus próprios deslocamentos.
O Salário "Líquido"
que vira "Lucro Líquido"
A grande diferença entre o
político e você é simples: o salário do político é lucro. Como o Estado
paga a moradia, o transporte, a saúde, a equipe de trabalho e até os selos dos
correios, o salário de R$ 44 mil fica livre para ser acumulado ou investido. Já
o cidadão comum, que ganha o mínimo de R$ 1.621,00, vê seu dinheiro desaparecer
antes mesmo de chegar ao final da primeira semana com comida e contas básicas.
É Preciso Moralizar
Chamar a corrupção de crime
hediondo é o primeiro passo, mas acabar com esses privilégios
institucionalizados é o que realmente vai aproximar o político da realidade do
povo. O Brasil não aguenta mais sustentar uma casta que não sente o peso da
inflação, porque o povo paga todas as suas contas.
Você acha certo o político
ganhar o salário que ganha e mais os auxílios extra?
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"A maior honra que ambiciono é que este ensaio contribua para o seu esclarecimento." — Ricardo Laporta
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